O Cristianismo Bíblico, sempre existiu por haver um relacionamento real com Deus. O Deus pessoal, eterno, criador de todas as coisas comunicou-se com suas criaturas, revelando-Se.


Toda esta realidade foi perdida, abandonada, caiu em mãos aflitas, em mentes perturbadas do homem moderno. Proclamaram a inexistência do Senhor – sua morte -, assumiram o controle sobe a vida e a morte, e o Cristiansimo saiu das Escrituras e passou a ser meramente uma religião.


Há algo novo em seu lugar. Arrancaram suas entranhas, remontaram seus princípios, sua etimologia, suas particularidades e natureza. Iniciando uma trilha descendente e sem retorno. Pobre humanidade.


Mesmo que o homem comum de nossos dias não questione seu real significado e propósito, ele apropriou  desse fenômeno meramente social e psicológico, chamou-o de religião. Contando com um cenário imediatista, sem capacidade crítica – disposição mental -, essa transgressão conceitual e prática passou a ser a verdade. O Cristianismo perdeu sua razão, e vive hoje embalado pelos braços dos valores e regras da Psicologia e outras ciências Sociais.


É regra, pessoas de diversas idades, posição e nível cultural opinarem a respeito de religião sem compreensão adequada. Confusas, sem fundamento teórico, tratam da questão como se um resultado de futebol ou mesmo como uma questão de gosto pessoal. Transformou-se em uma prenda, sem regras, sem limites. Os valores meramente humanos, como o anseio, a ignorância e filosofias, compõe a matriz dessa religiosidade. Custumizou-se uma para cada  indivíduo.  Seu misticismo passou a ser um passe de mágica, um clamor vazio ao desconhecido. Tudo ficou envolto em sombras, o desconhecido autoriza o absurdo.

Em religião tudo é possível, dizem.


O desconhecido é na verdade o inexistente, o Sr. Impessoal. Assim, religião, em sua  nova cosmovisão, é apenas uma relação circunstancial do indivíduo com suas projeções mentais – seu imaginário. Internalizou-se a deus. O conjunto de forças do indivíduo é deus – o deus ninguém. Sua auto-determinação chamou-a de fé. Com esse conceito de fé o homem subjugou  a Deus. O grande poder está na sua mente e em sua determinação para realizar-se. O homem moderno é o Senhor do Universo, o centro de adoração.


A religião é mais uma forma de satisfazer-se. O propósito religioso está circunscrito aos ideiais humanos. A verdade, que outrora engrandecia ao Senhor, transformou-se em mantras do absurdo para conquistas e engrandecimento das criaturas.  O homem vive sobre  um deus ninguém. Os resultados são perceptíveis, estão por todos os lados:

A morte da esperança. A esperança foi banida do coração, consequentemente a vida perdeu seu valor. 


Até quando Senhor?

Bendito seja nosso Deus. A Ele honra, glória e louvor. De eternidade a eternidade.


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