Disse, porém, Jeosafá: Não há aqui ainda algum profeta do SENHOR, ao qual possamos consultar? (I Rs 22:7)

O texto relata a visita do rei Jeosafá ao rei Acabe. Estavam diante de grande empreitada – luta por terra, e ouvir a palavra do Senhor era substancial para definir qual decisão tomar.

O rei Jeosafá após ouvir os profetas do rei Acabe, não satisfeito com o que ouviu, perguntou ao rei Acabe: “Não há aqui ainda algum profeta do SENHOR, ao qual possamos consultar? (v.7).

Possivelmente transpareceu a inconsistência dos “profetas locais”. O rei não percebeu naqueles a autenticidade de “assim diz o Senhor”.

O texto precioso nos ensina que aqueles profetas falavam da parte de um espírito do engano enviado pelo Senhor. E que  convenceria e prevaleceria aos profetas do rei Acabe.

A condição de profeta daqueles homens era mantida pelas falsas profecias e pelo uso indevido do nome de Deus. Contudo, para eles expressavam suas concepções pessoais da verdade de Deus. Entorpecidos pelo espírito do engano, não retrocederiam, como não retrocederam. Opunham-se à verdade, aos servos do Senhor, ao próprio Deus.
Não pensemos que havia inocência da parte daqueles, pois aquele estado de coisas garantia-lhes benefícios terrenos e vantagens pessoais: a amizade com o rei, as benesses palacianas, pompas, reconhecimento e a respeitabilidade fingida. Este contexto de ilusões forjadas lhes beneficiava em muito. Representavam deus – que não era Deus – e ao mesmo tempo usufruiam ilicitamente dos prazeres da carne.

Este contexto reproduz-se diante de nós. Vemos falsos profetas entorpecidos pelo o espírito do engano, proclamando-se arautos do Senhor, enquanto seus corações  insaciáveis buscam apenas os prazeres transitórios do pecado.
São Malafaias, Valadões, Rodovalhos, Hernandes, Valdemiros, Macedos, Valnices, Soares, Mastral, Renês e muitos mais estão e e mais virão. Saibamos que não retrocederão.
Não há inocência da parte deles.

Temos ao nosso alcance a conclusão do texto sagrado.


Que Deus seja louvado.



A Ele honra, glória e poder de eternidade a eternidade.

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