E OS filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o SENHOR, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se. (Lv 10.1-3)

Não é sem perplexidade que observo servos do Senhor em seus posts não fazerem distinção entre o santo e o profano. Pressupondo-se livres, oferecem fogo estranho ao Senhor.

Esta liberdade provém do intelectualismo secular que tem forjado um novo padrão de santidade – ou permissividade – cristão neste final de século. Trazem para os pastos verdejantes poesias mundanas, escudos de times de futebol, signos zodiacais, palavras torpes, agressão pessoal e a execrável soberba.

Alegam, quando confrontados, que o problema está na imaturidade do leitor – este argumento é da apostasia. E mais, deslindam um ar de sabedoria, até de superioridade, recurso apóstata, fazendo-se sábios em si mesmos. Convivem perigosamente com o gosto secular, uma liberdade com qualificado humanismo. Acostumam-se com ofertas de fogo estranho ao Senhor, fogo este não autorizado.


É bom lembrarmos que os Srs. da apostasia – Malafaia, Terranova, Valadão, Santiago, Soares, Edir, Jabes, Hernandes, Rodovalho e faltam nomes – não se transformaram no mal que são atualmente com um único deslize de conduta ou doutrinário.

A soberba que hoje os caracteriza não foi construída em desvarios pentecostais, como num piscar de olhos. A tragédia que hoje estão envolvidos foi sendo formada lentamente, permitiram-se à liberdade não autorizada pelo Senhor.

Hoje já não lhes interessa a “medíocre vida de santidade” apresentada pelas Santas Letras. Provaram e deleitam-se na sabedoria secular.

Arão ficou calado, é melhor que falemos antes que venha o juízo do Senhor.

“E para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo,” (Levítico 10 : 10)


Neste episódio o Senhor condenou a metade dos seus sacerdotes. Eles definiram seu próprio padrão de adoração, ousaram da liberdade que o Senhor não lhes havia permitido.

Ao Santo glória, honra e louvor de eternidade a eternidade.

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