A qualquer deus – se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

William Ernest Henley

Este frenesi da insanidade é a suma da compreensão religiosa de nossos dias, e bem poderia ter sido cunhado por lábios  “evangélicos”. 
Pois sei, há nesses, em suas entranhas, suficiente experiência e convicção interior para fazê-lo, contudo, ainda lhes falta a forma de expressá-lo claramente. 

Sempre é bom lembrar que o Cristianismo atravessou séculos de história erguendo estandartes da convicção do relacionamento real com o Altíssimo. 
E não foi sem luta, sem sangue, muito sangue foi derramado para que pudéssemos ouvir vozes celestes trazendo-nos os louvores da salvação.

Deus enviou homens, os quais, o mundo não é digno, 
para o resgate de nossas almas. 
Conhecemos a Deus, ou melhor, Ele nos fez conhecê-Lo, 
e mesmo com nossas almas insubjugáveis, Seu poder prevaleceu, e não poderia ser diferente. 
Pensáva-nos senhores de nossos destinos, mas reféns do pecado e da morte morríamos em nossas convicções, em nossa sabedoria.

Havia certeza que o Deus pessoal, eterno, criador de todas as coisas, Se comunicou com suas criaturas, revelando-Se; 
verdade eterna e mandamento do Senhor.

O que fizeram com nosso Deus? 
Arrancaram suas entranhas, remontaram seus valores, desnudaram-no, iniciando uma trilha descendente e sem retorno.  
Encontraram nesse novo deus uma forma intocável de suficiência.  

Nada mais resta, tudo foi perdido, caiu em mãos aflitas, conduzidas por mentes confusas, é o legado do homem moderno, sempre ávido pelas conquistas seculares. 
Reféns de seus instintos naturais, destituíram os valores cristãos, 
trouxeram o lixo psicologista, descobrindo a temática e a exploração “evangélica”. 
Alçaram suas vozes, em gritos desautorizados propugnam toda sorte de vantagens e ofertas.

Tornaram-se  senhores, assumindo o controle sobre a vida e a morte. 
Marcham  altaneiros de aparência, mas bêbados,  cambaleiam pelas sarjetas, em seu interior há podridão e vergonha. 
Abandonando o sangue do Senhor, se enredam pela política, pelo devaneio intelectual, o espiritismo, o mundanismo. 
Infames dizem:”São esses os caminho do Senhor”.  

Vencedores, conduziram o Senhor, sem nenhuma elegância, até a porta dos fundos;
sumiram com Ele dos discursos, dos corações e mentes.  
 Já não vemos o Senhor, apenas uma turba religiosa comandando sua própria alma, pensam eles.

Mas eu sei em quem tenho crido:


Há um Deus, bem sei, 
pois em sua graça e poder,
 subjugou mi´alma insubjugável.
Com sangue e amor fez-Se dono de meu destino.
Deixo-O conduzir-me, ainda que pecador, 
e escravo, vivo pela bondade do meu Senhor.

A Ele honra, glória e louvor. De eternidade a eternidade.

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