Cito apenas dois textos – há muitos outros – do Evangelho de Mateus que evidenciam o horror impetrado pelas doutrinas romanas. Contrariando os textos sagrados, negando a salvação que há em Cristo, continuam perpretando suas sandices conduzindo multidões às trevas eternas.

Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Mateus 8:22)

O texto de Mateus 8 se desenrola quando um escriba dispõe-se a seguir o Mestre, sendo-lhe informado a respeito das dificuldades a serem enfrentadas. Logo depois surge um discípulo que, antes de seguir a Cristo, deseja enterrar seu próprio pai, ouvindo do Senhor no texto acima. O ensino coloca que tal disposição era preocupação de mortos e não de vivos. Aos mortos cabiem tais preocupações.

Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. (Mateus 22:32)

O texto acima, objetivamente, fala a respeito do relacionamento de Deus com vivos e não com mortos. Depreende-se com facilidade que o Altíssimo tem relacionamento apenas com aqueles que ele deu vida… a vida que está em Cristo.

Os dois textos ensinam que a dedicação aos mortos (a possilidade de obtermos algo em seu benefício) é inóqua, é prática morta. Não estou afirmando que devemos deixá-los sem enterro digno, que não devam povoar nossa saudade, nossa dor. E o segundo ensino diz que Deus é Deus apenas dos vivos – pessoas que têm a vida eterna em Cristo Jesus.

Logo, um dia dedicados aos mortos despreza a bondade e misericórdia de Deus para com suas criaturas, e mais, atribui aos romanistas – pois apenas eles – a capacidade de manipular o destino eterno das pessoas.

Que eficácia há na prática ensinada e levada acabo pelos católicos e variantes espíritas realizadas no dia de finados?

Que esperança há em um povo que tem um dia dedicado a finados? Aos mortos?

Que prazer mordaz que, ano após ano, mantém presas multidões, e em procissão de dor e saudade chegam aos cemitérios? Naõ há fim? Não há certezas?

Que doutrina perversa ousa em colocar a esperança dos que partiram na dependência daqueles que aqui estão – esses continuam aflitos e inseguros – e também partirão?

Que rezas e velas podem ser maiores que o amor de Deus? Mais eficazes que o sangue de Cristo?

A perversidade católica mantém as pessoas cativas a crendices pagãs onde uma lápide, flores e rezas são sua única esperança.

2 comentários em “Dia de finados: a esperança católica

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