O Natal: expressão religiosa do homem moderno



(Este texto foi baseado – com algumas alterações – em um pedido de minha mãe. Ela solicitou-me  algo a respeito do natal para ser lido naquela noite, pois eu não estaria com ela na data. Segundo informações, foi lido ao final da noite, quando parte de seus convidados já se haviam retirado. Natal de 2009).
Há algum tempo venho tentando entender quais os sentimentos e percepções que povoam a mente das pessoas em relação ao Natal. Considerando que é a comemoração do nascimento de Cristo, mesmo que falaciosa, os elementos presentes à celebração passaram a ser objeto de minha observação. Queiramos ou não, a motivação tradicional da festa é religiosa, pois vem a ser a comemoração do nascimento – a encarnação – de Deus.

Observando-o, entendendo-o é possível concluir que tipo religiosidade é praticada pelo homem moderno? 
Este é um bom exercício e maior, ainda, desafio.

A psicologia da tradição
À parte da grosseria histórica que envolve o fato – a data do nascimento ser dezembro; ter saído da Europa pagã e não dos arredores de Israel; sem referência em textos bíblicos, e sem nenhuma alusão no registro de autores que trouxeram um intervalo de 1.000 de história aos nossos dias, faz parte da vida nacional (e pior, cristã).

Ao fim de cada ano multidões se mobilizam em torno da comemoração – ou celebração – natalina. Sem questionamentos, preparam-se para mais um natal, o mundo se transforma e, magicamente, surgem por toda volta tons de harmonia. É estabelecido um cenário onde há luzes e – incrivelmente – esperança para todos… a se repetir ano após ano.

A natureza do espírito natalino
O primeiro empreendimento é buscar o cerne desta festa: donde surge essa esperança? 
Há duas linhas excludentes entre si, e apenas duas: 
(1) O natal é apenas um simbolismo – árvores, presentes, guirlandas, cenários, e a esperança vem do próprio homem; 
(2) as pessoas julgam que, por meio dela, prestam culto ao Deus criador de todas as coisas, e a esperança vem do próprio Deus.

Em suma: O Natal é apenas um simbolismo de comemoração das conquistas pessoais ou uma manifestação devocional?


O poder religioso no simbolismo natalino
Se, pois, é apenas simbolismo, sem relação entre o mundo real e sua celebração, é apenas mais uma festa. 
E os símbolos, tais como todos objetos inanimados, são incapazes de agir sobre a vida dos celebrantes. Assim, cada um se investe da prerrogativa de interpretá-los e tratá-los livremente.

A esta relação com o inanimado – os bonecos, bolas, árvores etc. – em um contexto religioso dá-se o nome de idolatria. Seus celebrantes são os senhores, com completa autonomia, sem nenhuma dependênica ou submissão ao objeto do culto. 
É um sofisma religioso, onde é possível perceber a auto-veneração, é a “fé” de si para si mesmos. É o humanismo travestindo-se das trevas da religiosidade sem Deus. A resposta psicológica do homem moderno à soberania de Deus.

O propósito natalino
Neste contexto de “adoração e hipocrisia” o propósito final é a satisfação humana. Não é sem motivos que o culto exige obrigatoriedade de presentes e abundância de comidas e bebidas; e ainda, não raro, seu ato final seja de  condutas ilícitas, leitos maculados e frenesi alcoólico. A liturgia é voltada para oferecer o prazer máximo aos celebrantes em envoltos sob uma penumbra religiosa – não menos fantasiosa.


A presunção do místico – na realidade do imaginário – e o prazer pessoal são as diretrizes fundamentais da religião natalina, e por elas é estabelecido o culto do prazer. É mais uma manisfestação da religião do homem moderno, tendo o prazer como parâmetro central da “festa”.

Poder surreal exigido
Um cenário bizarro é apresentado: Jesus, o Deus eterno, é eternizado em um boneco – nada mais que isto. Não cresce, em meio de outros bonecos; é a garantia de um deus anão, nanico tornou-se refém dos desvarios da simbologia natalina, o Jesus menino é uma representação infame do Altíssimo, e obrigatória.

Uma estranha comemoração em que o aniversariante ano após ano permanece inerte, enquanto, alheios a ele, realiza-se o culto da desesperança, da falsa alegria. Esse é o natal símbolo, comemorado a cada ano, mantendo todas as mentes reféns da sua fantasia. 


O imaginário do “bom velhinho” cresce em importância e oferece esperança às pessoas… na repetição do mesmo hino: muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender.


A transição do Noel com saco para o Jesus menino ocorre em um vai-e-vem profano que   imprime em mentes infantis o caminho inexorável das trevas, pois “mitologiza” o que é real: Cristo e o poder do Evangelho.

A liturgia cruel a todos exige avançar além dos limites da razão, desprezar a história, e por fim, mortificar a lógica, manter-se “vivo na própria morte”.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.(2 Tm 4.3,4)
O simbolismo fútil e  realidade inexorável
A vida com suas marcas e dores não é subvertida pela futilidade dos símbolos, dos ídolos, portanto, não pode transformar as dores reais por mera retórica, meros símbolos. 


As árvores reluzentes das salas não escondem as dores dos sombrios leitos, não se lhes iluminam o desespero dos aflitos; nos corações permanecem os rancores, e a cada presente trocado substancia a esperança sem amanhã.
O tilintar das taças não apenas embebeda, mas sonoriza a liturgia da repetição, de corações tristes, de palavras ao vento sem siginificado, e ainda aventuram-se em direção a um deus  em gesso. Um cenário de absurdo, que nada aproveitará para o próximo dia.

Com os símbolos nada pode ser alterado, a comemoração não traz qualquer influência no dia a dia dos seus celebrantes, apenas a liberdade de comemorar a si mesmos. É o soprar de uma liberdade perdida, sem relacionamento com a realidade. Estranhamente, cada um presume-se senhor de seu próprio destino, construindo suas vidas sobre um punhado de areia… este é o natal da simbologia frívola e pagã.
“Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses.” (Salmos 97:7)

Há o outro natal, há esperança real
Se, de outra feita, pretendemos prestar um culto de gratidão a Deus, entendermos a realidade permanente, deixemos de lado todo esse simbolismo exterior que nada tem mudado nossas vidas. Deixemos de lado os presépios, guirlandas, árvores, bonecos inertes de olhares pedidos. Reféns da festa pela festa.

Passemos a entender a realidade que transforma as vidas. Tiremos nossos olhos do chão, olhemos para o alto onde realmente está Nosso Senhor e Deus. Olhemos para a eternidade. Depois, olhemos para nós mesmos, para o mais profundo de nossas almas. 


Questionemos: O que é a nossa vida? Tiago diz: O orvalho da manhã, que desvanece com os primeiros raios de sol.
O que temos feito de nossas vidas? Qual a nossa esperança? Quanta desesperança, quanta dor e tanto desamor, quanta decepção sofrida e provocada… quanto rancor.

O verdadeiro poder surreal
Saibamos que Jesus esteve aqui entre nós, e como escreveu Lucas: “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Só é possível quebrarmos os laços do simbolismo das nossas vidas, nos libertar verdadeiramente do peso das dúvidas, do peso que não sabemos como desocupar de nossa alma. Ouçamos a voz do Senhor:
“Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.”
Mudando a realidade
Caso queiramos deixar para trás o simbolismo que facilita, atrai e engana, mas nada muda. Ofereçamos a Deus a festa de nossa vida. Pois, somente ELE é capaz de resolver as mais profundas das nossas inquietações, a mais profunda solidão, a solidão incompreensível de nossas almas.

É dia do nascimento real, não o nascimento do Deus eterno, mas sim, para quem deseja muito mais que um simbolismo, para aquele que entendeu que o Natal é o dia de nascer em Cristo Jesus, Senhor e Deus. Hoje é o dia de nascer, de nosso nascimento.

O último natal
Arrepender-se de vida de símbolos, das fantasias, da frugalidade soberba e entrar na realidade de um relacionamento pessoal com Nosso Senhor e Salvador. 
Deixar cair sobre Ele todo o peso que carregamos, depositar Nele a esperança da nossa eternidade e conhecer o amor de Deus que excede todo o entendimento. Ou, por outro lado, manter-se preso à fantasia da festa da desesperança anual… até o próximo e inócuo natal de bonecos e bom velhinho.

Ao meu irmão Jeferson minha crescente admiração e gratidão a Heloísa e seus filhos;
A Mônica que Deus seja superabundante com ela, seu esposo e família.

Espero em Deus a melhora do seu Nelson, bem estar de sua esposa D. Neusa, seu filho, Carlos Alberto, minha admiração por ele.

E a Deus que me redimiu, colocou em meu coração uma esperança indelével e tem feito grandes coisas na vida da minha família.

A Ele, toda honra, toda glória, poder e gratidão de eternidade a eternidade.

De seus filhos Paulo e Glória Brasil
Um grande beijo à minha Mãe, a formadora e grande modelo da minha vida, por quem tenho orado todos os dias.



(Que o Senhor a tenha visitado antes daquele dia) 

Da morte para vida – A salvação de Maria


Igreja Batista Regular Renascer
Manaus
Com base em Jo 20.1-18

Maria segue com os aromas e bálsamos para seu último ato de despedida daquele que julgou ser a esperança dela e de tantas outras pessoas de Israel, mesmo os dispersos. A tristeza e decepção não foram suficientes para demovê-la de completar-lhe a liturgia da morte.
Faz escuro, antecipa-se aos primeiros raios de sol de um dia que não teria fim.
Suas reações são reações de inúmeros que têm depositado uma crença particular em Cristo.

Poderemos com ela conhecer um pouco de nós mesmos, um pouco do que ocorre em nossa volta.

Alguns questionamentos se impõem às nossas mentes:
(1)            Como podemos reconhecer uma obra de Deus?
(2)            Como reagimos diante da grandiosidade de Deus?
São questionamentos que nos permitem adentrar um pouco mais na salvação pela fé que chegou aos nossos dias.

Vejamos, pois:
Lucas (23.55) diz: “as mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, viram o túmulo e onde o corpo fora depositado”. E mais: “então se retiraram para preparar aromas e bálsamos”. A ida daquelas mulheres até o túmulo tem um propósito claro: concluir o rito final da morte. Isto nos permite afirmar naquelas mulheres  havia convicção que a morte, em toda sua brutalidade, se abatera sobre o Senhor.

Não apenas Maria Madalena, mas as demais mulheres que o seguiam desde a Galiléia, viram-no morto, preparam-se para, conforme o rito, dar ao Senhor a fugaz dignidade que a morte limita.

Nelas há convicção quanto à morte do Senhor: Sim, o Senhor morreu!


As dificuldades que ocupam cada mente oferecem-nos um cenário de tristeza e dor: aquelas dirigiram-se ao encontro de um cadáver, ao encontro da morte. Nada além de um corpo sobre uma pedra é esperado. Quais questionamentos fluíam de suas mentes? Estaria o Senhor desfigurado pelo que lhe fora impingido? 


Antes, há o derradeiro desafio: “quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo?” (Mc 16.3). Sim, aquelas mulheres iam ao encontro de um morto, aquele que tanta esperança promovera, jazia em pálida rigidez. Estavam elas sós, entregue aos seus pensamentos, sentimentos e habilidades. A solidão humana voluntaria o sofrimento. Nenhuma esperança há à parte do poder de Deus, apenas morte, tristeza e liturgia fria. Esse era o cenário que penetra minha mente, meu coração. Como aqueles eventos seriam desdobrados dentro do soberano plano do Altíssimo? Em João 20.1 lemos: “viu que a pedra estava revolvida”. 


Ressoem os sinos de todas as catedrais por sobre a terra, louvemos ao nosso todo poderoso Deus, deixemos que as luzes celestes iluminem nossas mentes. Há poder em nosso Deus, há justiça em nosso Deus, há amor e misericórdia em nosso Deus:

Vede agora que eu, eu o sou, e não há outro deus além de mim; eu faço morrer e eu faço viver; eu firo e eu saro; e não há quem possa livrar da minha mão. (Dt 32:39 ).

Saibam todos: Não há Deus que não seja o nosso Deus. Decerto, Maria NÃO se apercebera que se abrira a pedra removida abriu para um túmulo vazio, para um dia eterno.

Sua reação ante a portentosa obra do Senhor é o espanto e frustração, e a busca de ajuda para compartilhar sua aflição e desespero. Pedro e João, ao anúncio, chegam até o túmulo de morte… e eis que estava vazio; lençóis e lenços são testemunhas singelas de um plano que faz quedar todas as hostes e poderes do mal. O que haveria ocorrido naquele lugar de morte? Quem seria o autor de tamanha barbárie? Roubar o corpo morto daquele que “nada pode fazer” para evitar humilhante fim. Além da cruz, um corpo teria sido deixado aos cães, aos lobos? ou… como podemos nós identificar os feitos de Deus? O que o texto sagrado nos deixa aprender? 
Voltemos nossa leitura, nossa mente e nossos corações ao texto sagrado:

Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu e creu. Porque ainda não entendiam a Escritura, que era necessário que ele ressurgisse dentre os mortos. (Jo 20.8-9)

Com efeito, lemos que o cenário criado por Deus promoveu fé, e fez referência às Escrituras. Deveríamos abrir mão de nossa infância, deixar de pensar como meninos, para afiançarmos que Deus fez isso ou aquilo. Ao avaliarmos nosso derredor religioso não podemos fazê-lo sem a vara de medir. À parte das Escrituras, não há Deus, não há fé, não há poder. Temos aqui um exemplo em que Deus abre o entendimento e fornece suporte escriturístico para que a fé seja segundo a Sua palavra. Quem conhece o Senhor, conhece seu caráter, e das Escrituras surgem os valores celestes, apenas delas.
Sigamos: deparamo-nos com um bom texto para todos nós: “e voltaram os discípulos outra vez para casa”. Sim, logo após ver, crer, compreender, eles voltaram para casa.
PEDRO, voluntarioso, se oferecera como sacrifício antes de sua tripla negação; e JOÃO é “aquele a que o Senhor amava”, ambos voltaram para casa e nada mais. 

Soem novamente os sinos, curvem-se todos para depositarmos nossa soberba, obra e sabedoria pessoal no mais profundo abismo. Não pensemos que de nós virá algum bem à parte do Santo. Que abrimos o caminho para o céu com a oração mais renhida, com os joelhos mais calejados, com o ministério mais pomposo:

“se somos infiéis, ele permanece fiel; porque não pode negar-se a si mesmo”. (2 Tm 2.13).

O mais ousado ou o mais amado, todos padecem de infidelidade. Todas as almas ganhas, todas as orações feitas não forjam os fundamentos de nossa perseverança. 
A perseverança dos santos vem do Senhor! 
Ela toma assento na imutabilidade e fidelidade de Deus, e jamais em nossa pretensa dedicação, muito menos em nossa devoção. Estas são os resultados da ação de Deus em nossas vidas. 

Maria, entretanto, chorava à porta do túmulo, em seu sofrimento, reclina-se e olha para o seu interior. De lá anjos perguntaram: “por que choras?”. A pergunta soa estranha: frente a um túmulo, na perda do Amado, que estranheza há no choro? Por que, pois, a pergunta? Decerto, ela confronta a incompreensão de Maria. Continuava a espera de um cadáver, possivelmente Pedro e João retiveram para si a experiência gloriosa.

Maria esta prestes a sua mais profunda experiência, lemos: “Senhor, se o tiraste, dize-me onde o puseste, e o levarei”. Maria está preparada para morte, para encontrar um corpo sem vida, sem poder. E a voz que atravessou todo o universo no “Fiat lux”, agora está frente a ela, e diz: “Maria”, e houve luz… esse dia jamais acabará.

O som eterno da vida eterna forneceu a artífice da morte o dom da vida. Sua chamada pessoal, Maria.  Cala nossos corações, engasga-nos, desfalece nossa alma, faz que o silêncio nos seja por manto. Quanto mais silêncio melhor: Jesus, nosso Deus, em troca de aromas e bálsamos concedeu-lhe a vida.

“Mestre”, responde Maria, balbucia Àquele que esteve morto, agora dá vida, o que deveria ser um corpo inerte, lança vida sobre a morte de Maria. Resplandeceu a luz e jamais apagará.

Iniciou o dia que não mais terá fim, jamais acabará. Aquele dia chegou aos nossos corações, jamais acabará.

É mandamento do Mestre, subamos, pois, ao nosso Pai, que é Deus de nosso Deus… o Mestre um dia nos explicará.

Escatolgia vs. esperança presente

                                                       

A vinda de Cristo, o mundo futuro, a eternidade são temas que estão fora da agenda cristã. As propostas escatológicas causam desconforto à igreja rastejante, que prefere embrenhar-se nas questões sócio-políticas – sem esquecer as ambientais – a contemplar os céus. A exemplo do romanismo, seguem alvissareiros em seu fascínio, ribalta e seguidores sem se deixarem à voz do Senhor:
Como pois dizeis: Nós somos sábios, e a lei do Senhor está conosco? Mas eis que a falsa pena dos escribas a converteu em mentira. (Jr 8:8)
O homem está consolidando seu próprio conceito de Deus. Estabelece sua disposição acima de Deus e, não se submetendo aos Escritos, criou seu Deus, mesmo com temor, segue em sua liberdade religiosa.
Impondo seus conceitos, sua história, orientado por sua lógica e sabedoria, diz o que deve dizer o Senhor sobre o futuro do mundo, das coisas criadas, da eternidade.
A despeito da exortação de Pedro sobre a prontidão ao questionamento de nossa esperança, temos observado que a esperança da cruz tem sido subvertida pelos encantos e falácias do mundo. 
O episódio evangélico volta ao nosso tempo com mais importância e necessidade: “Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas”. Os afazeres seculares têm subtraído a atenção e fornecido a desorientação necessária para criação das alternativas doutrinárias para ajuste aos desajustes apresentados.
Na independência religiosa, na eloqüência das letras, o livro do Apocalipse transformou-se em apêndice doutrinário, peça suplementar, sem conexão com qualquer outro livro das Escrituras. Nem sequer há a proposta para verificação: 

  1. Quais as credencias desse livro? 
  2. Que mensagens, advertências, e principalmente o que ocorrerá conosco, com o mundo? 
  3. Ou será que o Espírito de Deus enganou-se ao referendá-lo como palavra do Senhor?

Os questionamentos por si só relevam a importância de seu conteúdo e doutrina. Senão leiamos a palavra do Senhor:

Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; (Ap 1:1)
A origem da revelação é do Senhor (vv. 9,10,17,18);  o propósito é promover esperança e, por fim, os beneficiários são os crentes. Destituir o texto de sua pujança é destruir os pilares hermenêuticos em benefício da razão alterosa.  


O preterismo lançou toda a Revelação num canto escuro da história humana, subjazendo dela um enfadonho e indecifrável texto. 
E mais:
Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. (Ap 1:3)
O adjetivo escolhido por Deus para seus leitores é FELIZ, bem como, aos que ouvem e guardam seu conteúdo, FELIZ. Apenas a autonomia religiosa pode arremessar tal esperança aos sótãos empoeirados da liturgia acadêmica. 
Pouca ou nenhuma importância tem sido dada a este Livro. Para muitos, que insistem em “espiritualizá-lo”, golpeá-lo com “demasia simbólica”, esses gostariam de vê-lo fora do Canon. Talvez, por trazer advertências graves contra o secularismo e mundanismo que tomou acento e os púlpitos da igreja. 


Quão grande a pretensão humana considerá-lo coisa de somenos!

Sob a visão da Contemporaneidade das Igrejas entende-se, que Laodicéia é a predominância de nosso tempo. 
É oportuno verificarmos que Laos significa povo; e que Dikê, costume. Assim convivemos com a Igreja das doutrinas humanas, dos costumes populares. A romanização do mundo cristão da atualidade. Necessário é reafirmar 1.5 que fala: A FIEL TESTEMUNHA.

Renovo aos senhores da cátedra dominante que as credenciais do testemunho contém a autoridade daquele que “O Fiel Senhor de céus, terra, mar e ar”:
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça. (Ap. 19.11).

E a respeito dessa igreja adverte: 

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. (Ap. 3.15-16).

A oscilação e vestidura  de características dos extremos é a marca predominante de nosso momento. O mesmo corpo que se apresenta com saúde doutrinária, leva, como marsupiais, o secularismo que o afasta do Senhor.

O refrigério para nossa geração não está em nossa sabedoria, mas sim, na longanimidade do Senhor que diz: “vomitar-te-ei”, assim tem adiado seu juízo para um tempo futuro.

Até lá ouçamos a voz do amor de Deus:
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. (Ap 3:19)
Sei poucos ouvirão, pois a multidão tem ouvidos e corações que já definiram a própria esperança. 

Apenas creia em Cristo

Igreja Batista Regular Renascer
Manaus, 12,dezembro,2010
Com base em Jo 6.28-40.
O texto lido nesta noite, apesar da distância no espaço e na nossa história, é um fato de nosso dia a dia, repercute nos quatro cantos de nosso cotidiano.
1.    É a luta entre a verdade de Deus  e os caprichos da sabedoria pessoal dos homens. A despeito dos riscos, esses insistem em enfrentar o Senhor dos Exércitos.
2.    São verdades de uma razão sem razão saindo em fúria contra a sabedoria, a bondade e o amor de Deus.
O que veremos expressa a convicção dos milhares que formam a pobre pluralidade religiosa. São os travestis evangélicos, o confuso paganismo católico, espiritualidade sem Espírito dos espiritualistas, a arrogância pueril dos agnósticos e ateus e demais arranjos e modismos religiosos que brincam de ser Deus, sem atinarem para as trevas que se avizinham.
É a mesma disposição que hoje temos no coração de muitos aqui sentados, cujos argumentos são construídos, impedindo-os de conhecer a simplicidade e sabedoria do nosso Deus.
Ah! Como tais corações operam contra si mesmos. Nessa luta, fingem-se fortes, não sabem que, à espreita, a morte lhes sorri, que serão apanhados em sua sabedoria.
(Jo 6:28) Perguntaram-lhe, pois: Que havemos de fazer para praticarmos as obras de Deus?
Este tem sido o questionamento da humanidade: Que deve ser feito para agradar a Deus? Todos querem colocar diante de Deus suas obras, seus méritos, suas sabedorias. Não há sinceridade no questionamento, apenas é o ponto de partida para iniciar a oposição ao evangelho da graça de Deus, pois em sua mente pronta está a resposta. Mesmo que represente um desconforto interno, uma desonestidade intelectual, permanecem firmes em sua saga de morte e desesperança.  Mas na firme proposta de exaltação pessoal.
Deveriam saber que todo questionamento que envolve o nome e a vontade do Senhor está sendo descortinada a sentença de morte que paira incessante sobre todos. 
(Jo 6:29) Jesus lhes respondeu: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
A boa obra para vida é crer em Cristo, e nada mais, depositar toda sua confiança no Senhor da vida, esta é a resposta celeste, eterna. Pois, apenas Ele é poderoso para infundir a vida em corpos mortais, em mentes sombrias. Este é o grande desafio às mentes soberbas: a simplicidade do evangelho. 
A submissão a Deus por meio da fé em Cristo não tem lugar na razão humana, pois conflita com a fé em si mesmo. É a seiva do prazer que flui e alimenta a tênue vida do homem sem Deus.
(Jo 6:30) Perguntaram-lhe, então: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos e te creiamos? Que operas tu?
Apresentam suas exigências religiosas confrontando a fé em Cristo: sinais. Quem era o Senhor? Que poderia ser feito para evidenciar “a espiritualidade” de Jesus? 
A rejeição ao argumento da fé, e somente a fé, estava posto. Nossos pares, em especial os  pentecostais, estão à procura de algo espetacular, a procura de algo que desça dos céus em bola de fogo ou que imediatamente os transforme e os faça poderosos. A conquista do mundo é a medida da vara.
A  venda da indulgência evangélica: determine, não aceite, aposse-se, prosperidade, saúde, tem substituído a fé em Cristo. Este é o canto e acalanto das multidões.
Procuram um DEUS DE PLANTÃO para atender aos seus “negócios espirituais”.
O evangelho transformador de almas foi posto de lado, surgindo um evangelho de saldo bancário, de exame médicos, conquistas profissionais, de cancelamento de duplicatas, de escaladas de fundo de poços. Todo o aparato psicológico para garantir a superioridade do “evangélico dominador deste século”.
Simplesmente não querem aceitam a fé pura e simples no Senhor, é por demais humilhante. Querem ver atendidos seus anseios, seus critérios, suas propostas. Buscam a chave da exaltação pessoal em nome de Cristo. 
(Jo 6:31) Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer.
Seus sentidos teimam em apresentar argumentos falidos, que nem mesmo crêem, mas é preciso ter alguma coisa para lançar contra o Evangelho do Senhor. Afirmam e criam em suas mentes arranjos para desviarem-se das verdades que se apresentam. Repetem mecanicamente refrãos e ladainhas em respostas aos mandamentos de Deus.
(Jo 6:32)Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.
A correção do entendimento é necessária. Todo aquele que não enfrenta “suas” verdades permanece no erro. Não foi Moisés, mas sim o Senhor que lhes havia concedido o pão que comeram. 
Nada recebemos que não venha do alto, sejamos crentes ou não. “Nenhum poder terias se do céu não te fosse dado”, serviu para Pilatos e serve para todos que aqui estão. Todos somos  devedores do Senhor, mesmo que se acredite acima da necessidade religiosa.
É preciso se deixar ouvir as lições do céu. É preciso saber-se ignorante quanto às verdades de Deus, para que o próprio Deus lhe dê as instruções da vida, para que saiam da morte que não cansa em sua perseguição.
(Jo 6:33-34)Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
Não queiram tirar vantagem pessoal do evangelho que seja além do abandono da vida de pecado que tanto prazer trás.
Não queiram como os judeus o pão para saciar apenas a fome do agora, e não saciar a fome e sede eternas pela quais clamam suas almas.
Não transforme a oportunidade ofertada por Deus em momento de vil vantagem.
Submetem a verdade aos arranjos mentais que verdadeiramente os distanciam mais e mais do Senhor.
E muitos outros há, ousam o cristianismo como espreguiçadeira intelectual, lançando seus devaneios para oferecer um novo contorno às verdades eternas. Afirmo-lhes: o oportunismo é a porta de entrada do fracasso espiritual, da surpresa e morte. Esses continuarão entendendo e divulgando conforme as trevas e interesses de seus próprios corações. 
Estão em busca da verdade oportuna, da facilidade operosa, buscam o que lhes parece moda, o que lhes é adequado, a liberdade do pensador.
(Jo 6:35-38)Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. Mas como já vos disse, vós me tendes visto, e contudo não credes.Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

Mas leio: que a vontade do Pai sobrevirá, que o Pai ordenará e o miserável render-se-á ao Seu irresistível  chamado. 

Nada maior poderia confortar o coração do pregador: não faço a minha vontade, não faço o meu querer, não há resultados pela desenvoltura ou sabedoria pessoal, mas sim, pelo poder e querer do Espírito. 
O que ocorrerá a Igreja do Senhor nesta noite está sob o bem querer e domínio do Altíssimo. A Ele poder, honra e glória eternamente. É Deus quem opera tanto o querer quanto o realizar, Ele quem fará prosperar sua palavra… naquilo que Ele mesmo designou. 
Muitos têm visto, ouvido, contudo, não crêem, e continuará assim, o Juiz de toda a terra lhes dará a paga. 
E diz: TODO aquele que o Pai enviar, ESTE virá a Cristo. E virão tantos quantos foram chamados, tantos quantos tiverem seus corações constrangidos pelo Santo Espírito. Nenhum a mais, nenhum a menos. 
(Jo 6:39-40)E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
Saiba, pecador, hoje o céu está aberto. Os ouvidos do Senhor estão voltados para confessares os teus pecados, para teu arrependimento, pois não passas de cinza e pó. 
É tempo para contemplares a grandeza, a bondade e o amor de Deus. 
Para que o teu coração aflito descanse de todo peso sobre a mansidão de Cristo, creia, Ele o aliviará. 
A voz imperiosa do Senhor alerta para abandonares tuas verdades, tua religiosidade fútil,  e viveres uma nova vida, que não sabes que existe… vida que não se esvai.
Apenas creia em Cristo, é o clamor dos céus!

Para minha irmã Silvia


Este Texto foi escrito em resposta a alguns questionamentos feitos por uma irmã minha que vive nos EUA. Foi logo após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Silvinha, mana muita saudade de todos vocês.
Estou te enviando este e-mail em resposta àquele telefonema sobre os ataques terroristas que aconteceram aí. O texto abaixo também será enviado para outros leitores. Assim não visa um uma pessoa especificamente, nem um grupo. Mas é um desafio para qualquer pessoa que tenha sensatez, depois de lê-lo considerar sua posição, seja qual for. 

O grande questionamento

Há uma questão que deve ser respondida antes de qualquer consideração:
Que idéia o caro leitor tem sobre propósito da vida?
Dependendo da resposta há considerações a serem feitas:
(1) Se a resposta é que estamos diante de fatos planejados por Deus e que todas as coisas estão sob seu controle e concorrem para um fim, o texto abaixo fará sentido.
(2) Mas se a resposta é que não há um Deus atuante e que estamos soltos dentro deste universo e que somos senhores do destino. Que nada importa. Previno-o que este texto não lhe terá qualquer sentido. Pois se a vida se resume em trabalhar, acumular, gozar a vida e morrer, somos um pouquinho melhor que os animais, e a razão e a lógica não fazem sentido. Logo o conselho que dou é abandonar esta leitura, não passar desta linha.
Para responder àqueles que fazem parte do primeiro grupo este texto foi escrito.


Um plano perfeito e um propósito definido

A soberania de Deus em executar seu plano

Existe um mundo criado, que é real, que foi criado por Deus (um ser pessoal, com caráter, capacidade de comunicar-se, e com absoluta AUSÊNCIA DE ATOS ou PENSAMENTOS PECAMINOSOS). Dentro de seu poder elaborou e executa um grande plano. A compreensão deste plano permite-nos entender os eventos que ocorrem no mundo.

A promessa feita a Abraão

Para um compreensão mais adequada é necessário voltarmos alguns milhares de anos quando Deus se relacionou pessoalmente com um homem por nome de Abrão. Deus lhe fez uma promessa, que envolvia três linhas, ou pequenas promessas: (1) A prosperidade pessoal de Abraão; (2) uma nação seria gerada por ele, isto é teria um filho e (3) e por meio dele, Abrão, todos os demais povos da terra seriam abençoados.

O cumprimento desta promessa

A linha (1) foi realizada literalmente, Abraão foi um homem próspero e morreu bastante idoso.
A linha (2), um povo, foi realizada por meio de Isaac, por aonde veio Jacó, que é Israel, e as tribos das quais todos os judeus descendem. Já a linha (3), a respeito das bênçãos a todas as nações, está se cumprindo por meio de Cristo – judeu, descendente de Abrão – em quem  nos foi dado o privilégio da esperança da vida eterna. 
Dentro do plano de Deus para a nação de Israel, ou seja, a linha (2) houve promessas complementares:
(2.1) este povo teria direito a posse de uma terra.
(2.2) e este povo teria também um rei eterno, da tribo de Judá, um descendente do rei Davi.

Todos os acontecimentos sobre a face da terra contribuem para a consolidação deste plano: Israel é a nação escolhida por Deus e ela terá a posse de uma TERRA E UM REINO ETERNO neste mundo – conforme promessa feita por Deus. 
Quando falo de Israel, é necessário entender que não o Israel meramente étnico, eu falo do Israel que crê ou crerá nas promessas e que um dia entenderá que Jesus é o seu Messias. Que verá que as profecias da Torá (A Palavra de Deus), se cumprirão em Cristo.
Assim o plano de Deus é irreversível, e todas as coisas que acontecem são para culminar com o cumprimento das promessas de Deus para Israel.

As implicações para Israel 

Com estas promessas feitas, Deus mantém a nação de Israel viva independentemente, e muitas vezes contrária a vontade dos povos. Os romanos já tentaram exterminá-los, os católicos por sua vez também; o tentarão alemães, palestinos e uma multidão de povos ao longo da história humana. 
As pessoas de uma forma geral, em virtude de ignorância a respeito da Palavra de Deus tem aversão aos judeus. Assim Israel tem sido protegida por Deus, mesmo sendo um povo infiel, que tem levantado parceiros, cooperadores e, assim vemos a nação de Israel atravessar os séculos e preservada e caminhante pelo mundo, e hoje voltar para a terra que Deus prometeu. Mas que ainda não está conforme a plenitude de sua promessa, pois tal promessa se realizará plenamente em Cristo, quando ele voltar para libertar Israel da mão das nações gentias, e apresentar-se como seu rei, filho de Davi.

As implicações para nós gentios 

Todos os povos da terra podem ser divididos como povo de Israel e as demais nações, ou gentios. Assim vivemos um momento de extrema importância: Vivemos um momento onde as bênçãos que são próprias para Israel chegam até nós gentios pela propagação do Evangelho e poder de Deus. 
Estamos às portas do momento em que Deus se prepara novamente para se relacionar com Israel e cumprir em definitivo suas promessas feitas a Abraão. Este tempo está por se concluir, o cenário dos últimos fatos nos leva a admitir que as alianças internacionais estejam se cumprindo conforme antecipado pelos profetas. Precisamos como gentios buscar atentamente o Evangelho de Cristo, para que entremos no plano de Deus e possamos desfrutar da eternidade com Deus.

É necessário não confundir Cristianismo com Catolicismo Romano, ou ainda com Protestantismo[1].

Os fatos atuais à luz do plano de Deus

Vivemos um momento onde este plano está sendo desenvolvido. O lamentável episódio que aconteceu aí bem perto de ti, é parte dele. Podemos assim observar que Deus antecipou de forma impressionante o tempo do fim.
Dois elementos que precisavam acontecer para a seqüência divina entrar em seus trilhos finais aconteceram:

(1)    A unificação das nações nos esforços de guerra; 
(2) a unificação religiosa (ecumenismo).

Este dois fatores, que aparentemente são benéficos para a extinção do terrorismo mundial, serão os instrumentos que a nova ordem mundial utilizará contra Israel.

Para a consumação do plano de Deus é necessário que Israel volte a sacrificar para Deus, isto pode parecer estranho, mas não há religião judaica sem sacrifícios. (O Judaísmo não aceita o sacrifício de Cristo). 
Assim é necessária a reconstrução do Templo de Jerusalém. Acontece que no local onde será reconstruído o templo há uma mesquita islâmica. Como Deus fará, eu não sei, mas será destruída a mesquita para reconstruir o templo. 
Israel poderá negociar a formação da nação palestina em troca do Templo? . Eu não sei.   
Este arranjo permitirá a paz (?) e será costurado por um líder mundial de grande aceitação popular. 
As nações da terra prestarão grande honra a ele, e ele será apoiado por um religioso de influência mundial (Um católico, o papa? um islâmico? Eu não sei).
Este grande líder mundial será idolatrado por todas as nações, como se fosse Deus, exceto por Israel. A partir deste momento o que poderemos ver contra o Afeganistão sobrevirá a Israel. Isto é conhecido na Bíblia como a “Angústia de Jacó”. Então virá o redentor de Israel, Cristo.  Que cumprirá as promessas (2) que é o Rei e destruirá o poder de todas as nações, destruindo este grande líder popular e o líder religioso. Israel que creu em Cristo verá sua terra e seu rei, e dará a terra (1) conforme Deus prometeu.

Um conselho 

Há muitos outros detalhes, mas temo que pelo volume deles ao invés de esclarecer possam produzir mais dúvidas. Porém, algo necessário reafirmar:

Que Deus está controlando todas as coisas e que nós prestaremos contas a ele. E as pessoas que não reconhecem que Cristo é Deus não estarão juntas com Israel por toda eternidade. 

Tu precisas verificar a tua situação diante de Deus


[1] O catolicismo romano se dizendo cristão prega um paganismo abominável a qualquer judeu de bom senso. A idolatria, o ritual a mortos, indulgências, Maria como mãe de Deus, padres com poder de perdoar pecados e a multidão de ensinos absurdos são a marca do catolicismo romano, e são instrumentos de poder para afastar judeus e não judeus ao conhecimento do verdadeiro Jesus. O catolicismo julga substituir Israel no plano divino na figura do papado. E a “Santa Igreja Católica” é o verdadeiro Espírito Santo de Deus.
Já o Protestantismo é apenas, em grande parte em nossos dias atuais, ser cristão não católico. Pessoas exatamente iguais a qualquer outra pessoa, professam conhecer a Cristo, mas são desonestos, adúlteros, bêbados etc. Sem compromisso com a verdade das Escrituras.
Já o Cristianismo existe pela convicção que Cristo é o Messias que veio para o povo Judeu, e por misericórdia de Deus, por meio de Cristo a bênção prometida a Abraão nos foi estendida. Mas reconhecemos que Israel é a nação que Deus um dia resgatará completamente por meio de Cristo, a quem hoje rejeitam. 
Mesmo que os judeus lutem e questionem a respeito de Cristo, tais promessas se cumprirão nele. A falta de conhecimento verdadeiro a respeito de Cristo associado a uma série de tradições históricas são empecilhos para que o povo judeu como indivíduos experimentem esta realidade antes que se cumpra sobre a terra.