O cristianismo assembleiano


“Por causa dessas passagens (At. 2, 8, 9, 10, 19) e de experiências pessoais, as Assembleias de Deus sustentam firmemente que o padrão bíblico do batismo no Espírito Santo é obra separada e posterior à salvação”.
(Nossas Doutrinas Básicas, Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 11)
Uma passagem de olhos pelo texto acima mostra o aprofundamento da apostasia. É a  “unidade ecumênica” que mansamente – e irreversivelmente – inculca nas mentes e nos corações seus princípios e ideologia.

Notemos, no texto, que “passagens” e “experiências pessoais” “sustentam firmemente” o “padrão bíblico”.

O que deveria ser estarrecedor – mas não o é mais, pois, à semelhança das heresias romanistas, os assembleianos exaltam-se, “subiram acima das nuvens e tornaram-se semelhantes ao Altíssimo”. 

Colocam suas “experiências” na mesma estatura e autoridade da palavra do Senhor, e assim, particularmente, fundamentam seus dogmas, seus modelos, sua comunhão com o Senhor. 

Não mais imitadores de Deus, orientam uma nova perspectiva, adotaram a si mesmos –  homens – como referência e modelo, passando-se por “celestial”. 
É o homem tomando para si toda a terra.

Repete-se a palavra do Senhor, quando em primeva experiência, o homem tentou construir seu próprio caminho rumo ao céu: e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. (Gn 11:6).
Sei que mais virá!
A despeito de tal cegueira e grosseria grassar pelos quatro cantos do mundo, é mister avaliá-la tomando por base as passagens em pauta e, abandonando quaisquer experiências – inclusive as minhas – que se postulem a autoridade suplementar das Sagradas Letras, chegar-se a um veredicto sobre tal questão.

Farei, tão logo quanto o Senhor permita.