Uma característica danosa para a mensagem do Evangelho é tomar os exemplos vividos pelos personagens bíblicos, animais etc. e a partir deles construir-se uma verdade, um padrão ou regra de conduta para Igreja do Senhor, sem que tenhamos um princípio ou fundamento bíblico como garantia. 

Extingui-se o Espírito e em seu lugar sobrevém a fertilidade e futilidade da mente e anseios dos mensageiros desses últimos dias.  

As igrejas por meio de seus pregadores cada vez mais lançam mão dos eventos descritos no Velho Testamento e sem regras ou fundamentos pavimentam suas doutrinas e estranhezas (ambições e usuras). 

Alargam a fronteira do “real” para toda área de interesse. Tornam o texto das Escrituras refém de seus desejos e caprichos, e o fazem sem qualquer inocência.  

Tudo é possível de ser alegorizado. A alegoria, é muitas vezes uma forma fantasiosa e muitas vezes surreal de entender as Escrituras. Atribuir um significado às palavras da Escritura que subjaz ao texto exige que a Escritura fundamente por outra passagens. 
É um padrão religioso dos nossos dias adotá-lo e com toda violência assaltam a Hermenêutica;.


Não raro transformam jumentas em doenças, em “maldições”; os gafanhotos tornam-se demônios; água, bem, a água pode ser dinheiro, pode ser prosperidade, revelação de Deus, ou qualquer outra coisa que caiba na “ápice da prédica”.

A roupa de Jesus passa a ser de luxo, seu jumento uma camionete de luxo, seus discípulos agenciadores e um mundo de absurdos é criado e visto pelo mundo como o “evangelho de Cristo”.

Lançam à lama toda a verdade da Palavra de Deus, seus desígnios santos são mundanizados pela liberdade alegórica, que realiza o contorcionismo necessário para promover, excitação, rumores, suores e sorrisos dos ouvintes.

Não é sem justificativa, pois as pessoas que vociferam dos púlpitos são homens que passam o dia negociando, apurando lucros, definindo metas, e que ao fim de sua jornada de trabalho tem como compromisso noturno encontrar novos negócios. Portanto, a alegoria nutre sua insanidade permitindo-lhes fazer das escrituras seu grande negócio. 

Não é sem razão que os assuntos “em nome do Senhor” são tão distantes e impossíveis de escrutínio… e outra consequência dramática é o abandono do estudo das Escrituras de forma sistemática e natural.

Vituperam as Escrituras, e em nome de si mesmos constroem seus destinos. 

Se eles fossem sábios, entenderiam isso, e atentariam para o seu fim! 

(Dt 32:29)

2 comentários em “Rasguemos o Velho Testamento!

  1. É bem verdade a exortação da Escrituras:…, \”movidos por avareza, farão comercio de vós, com palavras fisticias\”;… O veneno já está sendo posto no Alimento; e o único antítodo eficaz para combate-lo, é o exame minucioso. Que Deus alargue cada dia mais o seu horizonte. Amém!

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