Por que os gentios se amotinam em furor, e os povos imaginam uma coisa vã? Os reis da terra se postam em pé, e os governantes sentam-se juntos, em conselho, unidos contra o SENHOR e contra o Seu ungido, dizendo: “Rompamos as Suas ataduras, e sacudamos de nós as Suas cordas.” Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles(Sl 2:1-4)

A humanidade tem ao longo da história aperfeiçoado sua maldade e indolência. Isso afetará a todos, caminhamos em direção ao agravamento da maldade e destruição. Não há pessimismo na avaliação, pelo contrário, a realidade vivida impõe tal conclusão.
  
Voltemos nossos olhos para o contexto em que estamos envolvidos: tudo está impregnado dos conceitos e valores que demonstram, mesmo que falacioso, a autonomia humana. A vida moderna está sob o jargão do: “sou senhor de meu destino”.
Oportunamente, o homem tomou – ou criou – tal possibilidade rompendo os limites dos valores que lhe garantiam a vida, a esperança. Não há preceitos morais, religiosos ou éticos.  
A vida foi implodida, desfez-se, o homem recriou-se, para tanto tornou crível o imponderável. 

A raiz que fundamenta tal disposição é o vazio de seu coração – embora negue. E o que é pior, é uma condição, segundo suas próprias forças, insuperável. E, perdido em sua saga de preencher seu coração, oferece-se como senhor de si mesmo, senhor de seu destino.

Esse vazio inquietante, bisonhamente, está sendo preenchido pela experiência da sabedoria (saber), do prazer físico (ser) e de propriedade (ter). 


Projeta-se como arquiteto da própria vida, e tudo gira em torno da “sua satisfação como homem” aqui e agora.

Arvora-se como senhor de seu destino, negando a soberania do Altíssimo. Cada um, travestido de todo poderoso, adota comportamentos sem qualquer vínculo com a vontade de Deus, pelo contrário, nega sua existência e sabedoria. 

Não sairá, o homem, dessa aventura, sem pagar um alto preço.


São dias da busca “liberdade para felicidade”. Não há regras ou limites para que o homem busque aquilo que ele próprio definiu como felicidade… sem Deus é lógico!

O novo homem, sugere-se livre dos grilhões da vontade de Deus, descarta a vida, que passou a ser apenas um meio  de sentir sensações. A excitação é a medida da felicidade: 
  1. Pular pendurado pelos pés por uma corda de uma altura de 80 metros; 
  2. saltar de casa em casa como um pirilampo; 
  3. entrar em uma gaiola com um tubarão; 
  4. adulterar;
  5. subir ao mais alto cume; 
  6. injetar-se, fumar, beber… enganar…


tudo é felicidade, tudo realiza o homem moderno… que continua com o coração vazio.

A vida presumida passou a ser apenas um momento de estupidez, um momento de emoção.

Não há como retornar à sensatez, nem a morte – inexorável – tem oferecido a pedagogia necessária para o retorno à humanidade perdida. 


O tempo está se esgotando... o Senhor zombará deles. 

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