Não temas o pavor repentino, nem a assolação pelos perversos, quando ela vier. Porque o SENHOR será a tua confiança; guardará os teus pés de serem capturados. Não deixes de fazer bem a quem ele é devido, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.  Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo. (Pv 3.25-28)
Ninguém deve subestimar as aflições e perturbações decorrentes das perseguições impostas  contra o bom testemunho cristão. Aquele que ainda não as enfrentou, saiba que a vida cristã é feita de combates internos e externos… elas virão, aproveite-as para exalar o bom perfume de Cristo.

Sempre que nos encontramos atribulados, nossa velha mente oferece-se como instrutora, como se não tivéssemos as promessas do Senhor para conduzir-nos aos pastos verdejantes.

A meditação – que muitas vezes abandonamos – é a forma mais segura de enfrentar as hostes celestiais do mal, que andam em nosso derredor, a espreita para tragar-nos. Não recorramos ao “arsenal de artifícios” que nossa mente nos disponibiliza.

Meditemos, pois…


O Senhor nos dá como certa as tribulações promovidas pelo mundo, pelos inimigos da cruz.  Surge-se como certo o conflito entre o caráter cristão e a mente do mundo.  Contudo, nos orienta sobre como manter a mente e o coração fieis para o enfrentamento das tais. 
Se a expectativa e provisão do Senhor é que rejeitemos as obras infrutíferas das trevas (Ef 5.11), saibamos que receberemos como recompensa do mundo a hostilidade, a oposição. O texto chama de “assolação dos perversos”, e Pedro chama de “ardente provação”, e completa que não devemos estranhá-la. (1 Pe 4.12).

Seremos atribulados é o plano do Senhor, isso para nosso benefício e convívio, desafio e superação das forças espirituais em regiões celestes  – manifestar-se-ão em e por meio da impiedade.  Falsos irmãos, ímpios religiosos, falsos moralistas e o homem vil, todos esses são arregimentados e capacitados para combater a fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos (Jd 1.3).

Isso garante quão entristecedor é presenciar um cristão em plena comunhão com os perversos, sim, com ímpios.

O que fazer? É o que logo nos vem à mente. Mas, a primeira pergunta a ser feita é o que precisamos saber? Lembremos sempre: o conhecimento antecederá à ação, para que alcancemos corações  sábios.
Veja o que diz o Senhor:

Vês um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele” (Pv. 29.20).

É certa a vinda de tempos difíceis, da perseguição impetrada por ímpios, mas o Senhor diz para não temermos, e justifica:
  1. “ELE será nosso guardador”. ELE garantirá que não caiamos, que, mesmo que fraquejemos, não cairemos.
  2. Diz mais, mesmo que estejamos perturbados em nosso coração, devemos manter a prática da justiça:

  • Fugindo da pieguice – buscando aparentar a bondade não atingida;
  • Ou ainda da revanche – evidenciar a maldade de um coração perturbado.
  • Não tentando demonstrar ou compensar as dificuldades enfrentadas por fazer mais do que é possível ser feito, nem menos daquilo que se é capaz de fazer.
  • Não postergando o bem possível para ocasião, “se podemos fazer o bem, façamo-lo”.

Tais instruções são mandamentos do Senhor, para o enfrentamento contra calúnias, agressões… os incômodos que o bom testemunho cristão provoca a essa geração perversa.

Manifestaremos o Senhor em nossas vidas…e ELE trará paz aos nossos corações e por fim nos livrará. 

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