O Cristianismo (Bíblico, lógico) tem seu fundamento no relacionamento real entre criatura e o Altíssimo  Deus. 
O Deus pessoal, criador de todas as coisas, que se   comunicou proposicionalmente com suas criaturas, revelando-Se no tempo e espaço dessa vida… fazendo parte inequívoca da história humana.

Essa realidade foi perdida, abandonada, pois caindo em mãos aflitas e mentes perturbadas (do homem moderno) absurdamente transformou-a. 

Tais ventos vieram de “fora”, iniciando-se pela proclamação da inexistência do Senhor, e todo conhecimento moderno passou a se sustentar pela falsa premissa da “inexistência de Deus”. 

Não tardou para esse sopro chegar enganosamente e airosamente até aos púlpitos, aos templos. Embriagados pela torpeza moderna, saíram vendendo um “novo cristianismo”, e se transformando nos senhores da vida e da morte. 

Um “novo entendimento” foi dado às Escrituras, munidos de ganância saíram mundo afora. Atualizando sempre com retoques sistemáticos, oferecem o conforto, prosperidade e prazer em nome do Senhor Jesus. 

Do cristianismo foram arrancadas suas entranhas, remontaram seus princípios, sua etimologia, suas particularidades e natureza… empanado com  valores e regras da Psicologia e outras “ciências” do comportamento, na aflição moderna encontrou seu porto seguro.  

Contando com um cenário imediatista, sem capacidade crítica – disposição mental, essa transgressão conceitual e prática passou a ser a verdade, o cristianismo de nossos dias. 

Em um caldeirão cultural e sincrético foi acomodado essa nova paixão religiosa, suas verdades são uma questão de gosto pessoal (sem regras e sem limites).

O deus disso é um senhor impessoal, multiforme, multifacetado, introspecção de cada  indivíduo. Um deus formado (forjado?) nas entranhas do pecador. Customizado para o gosto circunstancial. Seu misticismo é um passe de mágica, um “abre-te sésamo”, vazio ao desconhecido. 

A perseverança do indivíduo é a fé (?). Sua auto-determinação chamou-a de deus, assim  o “novo cristianismo” prega um deus de mentirinha, para satisfação da massa religiosa.  

A proclamação oferece (por preço) um deus de mentirinha, esse é o grande homem com seu poder e sua determinação.

Até quando Senhor?

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