Será também como o faminto que sonha que está a comer, mas, acordando, sente-se vazio; ou como o sedento que sonha que está a beber, mas, acordando, desfalecido se acha, e ainda com sede; assim será a multidão de todas as nações que pelejarem contra o monte Sião. (Is 29:8)
O texto acima é um alerta para o enfrentamento inevitável: uma realidade que não controlamos. A soberania humana é, não a última, mas a maior das insanidades. E por meio dela segue a multidão insensível, soberanamente enganada.

Por mais que alertemos, continuam dormindo, por mais que anunciemos permanecem encantados em seus enganosos e passageiros sonhos. 

Cada um haverá, um dia, de despertar, deparando-se com toda a verdade. Não mais se poderá  recorrer às fantasias que, supostamente, escondem o verdadeiro caráter, os verdadeiros pecados de cada um.

Um dia o sonho acabará!

Um dia todos estarão nus, com suas mentes mais clara que nunca, e se a verdade mais inclemente: a vida de sonhos e encantos à revelia do Senhor.

Não haverá como recorrer aos falsos mantras religiosos, nem aos “reconstrutores da realidade”… conhecerão o Todo-Poderoso.

O texto considera as advertências contra aqueles  “que pelejarem contra Sião”. Sim, contra o monte de santo de Deus, contra a descendência de Abraão, os filhos de Jacó. Sem dúvida podemos estender esse conceito ao cristãos – crentes, descendentes de Abraão.

Quanto há de lutas contra o verdadeiro evangelho, contra os verdadeiros filhos de Deus, contra a ética bíblica, contra a moral cristã.

Um dia o sonho acabará!

Regozijam-se por serem mais “agraciados”; por “entenderem melhor” os mistérios da vida. Rilham os dentes contra a proclamação do santo nome de Deus.

Enquanto outros buscam oferecem sua “bondade e boas obras” como oferta superior ao Senhor, julgam que assim, são amigos do Senhor além dos “simplórios e ignorantes crentes”. Compreendem o Altíssimo como um desejoso e necessitado pelas migalhas e sabedoria humanas. 

Sonham o sonho das próprias conquistas, mas acordarão; sonham o sonhos da sua falsa saciedade, mas perceberão que continuam sedentos. Sonham os sonhos do seu próprio senhorio… um dia acordarão eternamente escravos. 

Um dia o sonho acabará… há ainda tempo para acordar!

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