(Mogi das Cruzes – SP)

Quando devemos nós, santos do Senhor, iniciar nossa vida de efetivo romantismo?
Parece-me que tal questionamento perdeu-se dentro dos corredores vazios da vida religiosa e, pior, na mente cristã. Tudo que envolve santidade sobre a vida romântica, escolha de par e, assim, a vida de prazer santo da vida conjugal perdeu significado e interesse.
Cada um, à revelia das Escrituras, define como, quando e com quem deve iniciar sua vida conjugal. Essa liberdade não decorre da insuficiência das Escrituras, pelo contrário, foi obtida na “atualização da fé”: o êxito do cristianismo apóstata em busca da experiência de prazer e poder. Assim, rejeitada a mente de Cristo, perderam-se o conceito e o propósito da vida cristã, e definitivamente adotou-se a moral secular como padrão cristão… sucumbiram à oferta feita por satanás no deserto da Judeia. Devemos concluir que igreja que está diante de nós serve a outro senhor. 
Deixaria o Senhor Deus seus servos sem um guia para nos orientar quanta a esta questão? Admitiria o Altíssimo que a noiva de seu Filho se prostituísse aqui na terra? Tais questões precisam vir a lume.
O que é namorar?
A palavra namorar tem sua origem na LÍNGUA ESPANHOLA. Vem do termo “estar en amor”, e daí o verbo “enamorar”, chegando ao que utilizamos “namoro”. Assim, quando falamos em namorar, sabendo ou não, falamos em “estar em amor”, VIVENDO SOB O AMOR.
Descobrir o que os espanhóis tinham em mente quando se referiam ao “em amor”, nos seria inútil e dispendioso.  
Sem dúvidas o termo namoro caducou. Seja pelo crescimento do pecado e opção pela imoralidade, seja pela própria dinâmica da linguagem, contudo devemos voltar nossa atenção, para a ideia presente: “estar em amor”. Sim, interessa-nos entender o que Deus nos orienta quanto a isso.
Interessa a todos
Iludimo-nos quando, por sermos casados, dispensamos lições fundamentais sobre o amor. CASADOS OU NÃO devemos avaliar o que expressamos ou pensamos do amor. Sempre haverá um tempo precioso para aprender do Senhor – o Senhor do amor.
As Escrituras e o amor
Devemos sair para ouvir o que o Senhor do amor tem a nos dizer. Pois, apenas o SENHOR DAS ESCRITURAS nos ensinará a “estar em amor”.
Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que queira. (2.7; 3.5; 8.4)
Por três vezes o SENHOR nos adverte: “não acordeis nem desperteis o amor, até que queira”. Devemos considerar a importância do tema, ao ponto do Senhor repeti-la.

O amor segundo o Senhor deve aguardar o tempo certo para ser despertado. O que seria esse amor?
Decerto o que o mundo entende, ensina em nome do amor é totalmente contrário ao amor que nosso Deus expressa.
É comum no mundo religioso irmos às palavras gregas para apresentar o que chamamos de amor. Para efeito deste post apenas duas devemos alçar:
ÉROS, refere-se ao amor romântico — o amor físico;
AGÁPE, termo presente no Novo Testamento, tanto utilizado para expressar amor físico, quanto o amor de Deus.
Quanto ao texto de Cantares, é clara a descrição do Senhor que se trata do amor entre homem e mulher.
Por incrível que pareça, muitas pessoas sábias e sérias, contornam este livro, outras não gostam de vê-lo como ele é. E, por ascetismo, forjam uma hermenêutica estranha, afastando-se da verdade e do propósito de Deus.
Deus nos fala abertamente sobre o amor na dimensão física entre homem e mulher. Reconheçamos, o prazer por meio do amor é obra Dele!
Um dos PROPÓSITOS DA CRIAÇÃO DE MACHO E FÊMEA foi permitir e conduzir suas criaturas a expressar seu amor por meio da comunhão física. Mesmo distorcido pelo pecado é criação do Senhor. “Far-lhe-ei uma mulher; e MACHO E FÊMEA, serão os dois uma só carne”. Isto não contraria os mandamentos santos do Senhor, pelo contrário os confirma. São bênçãos de Deus para suas criaturas.

Contudo, precisamos entender que o amor físico necessita de Princípios Divinos para se expressar, e não das emoções, dos enganos e volatilidades da mente humana. Sim, devem emanar de Deus os valores e princípios que conduziram o nosso “estar em amor”. Porém, somos alertados que há um tempo certo para despertar “esse amor”! Resta-nos saber esse tempo. Sim, é a PERGUNTA QUE DEVEMOS FAZER PARA VIVER O AMOR?

CONTINUA NO PRÓXIMO POSTO – Não desperte o amor (Cantares 2.7)

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