A humanidade tem experimentado períodos de desenvolvimento. A ciência tem se multiplicado, descobertas permitem ao homem, padrões cada vez mais sofisticados na tentativa de compreender a vida.  Acredita a humanidade, ser a exaltação da razão.

É claro, a morte continua aprisionando o ser humano, impondo-lhe restrições. E as propostas e experiências para libertar-se têm sido fantasiosas, ou fracassadas.

Esta condição, tem restringido a humanidade. E algumas perguntas, permanecem sem respostas desde o princípio. Uma delas, é o propósito da vida…. Quem sou, de onde vim, e para onde irei?

O homem, em si mesmo, tem buscado respondê-la, sem chegar a conclusões satisfatórias. Apenas, abandonando a razão, surgem soluções, mas logo, são refutadas pela própria razão. E a questão, para o homem, continua aberta…. Qual o significado ou propósito da vida?

Por outro lado, o evangelho de João, capítulo 8.14, nos forneces informações essenciais sobre a questão. Assim está escrito… 
“Respondeu Jesus, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou”.

Este diálogo faz parte de um contexto em que estão Jesus e religiosos. Estes, baseando-se apenas em si mesmos, a despeito das evidências, negam a divindade de Jesus.

Na resposta dada por Jesus, Ele, não apenas afirma ser Deus, mas lhes informa saber seu destino. A causa da rejeição feita por seus opositores, decorria da disposição de, simplesmente, negá-las. Pois, caso fosse validada, passariam a depender daquele que estava diante deles… que afirmava ser Deus.

De fato, as questões que envolvem o propósito da vida, e a responsabilidade diante de Deus, se encontram além da razão humana. O homem se refugia, inutilmente, em sua religiosidade e, vãs filosofias para ignorá-las… a despeito das evidências.

O conhecimento adquirido, tem mantido o homem em oposição a Deus. Levando-o em direção a uma enganosa suficiência, garantida pela soberba, prazer e consumo. E Tal como os religiosos, a época de Jesus, ainda hoje, permanece o homem, negando sua divindade.
Mas Deus ensina a todos. A estultícia do homem perverte o seu caminho, e o seu coração se irrita contra o Senhor. (Provérbio 19:3).

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