Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe. E assim os inimigos do homem serão os seus familiares. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida a perderá; e quem perder a sua vida, por amor de mim, a achará. Este texto se encontra no Evangelho de Mateus, 10:34-39.

As palavras do Senhor podem ser resumidas: Não trazer paz, mas espada (juízo). Nao construir uma unidade mundial, mas dissenção. E dar o verdadeiro significado  da morte, e da vida. Sim, é o que nos diz o Senhor. Trata-se de um sumário da percepção de Deus sobre o mundo – valores e crenças que rejeitam a existência do Deus das Escrituras.
E muitos rejeitam o conteúdo deste texto, enquanto, outros tantos tiram dele o fundamento para percepção de mundo, para definição de valores, para o sentido da própria existência. Esta divergência, entre rejeitar as palavras do Senhor e viver sob ela, é a dissenção trazida pela espada do Senhor.
Na percepção de Deus, a humanidade com suas escolhas é objeto de seu juízo. Sim, no texto, a espada trazida expressa o caráter de juízo em sua vinda ao mundo. o juízo do Senhor se realiza pelo exercício de suas verdades, por sua divindade, sua vida, morte e ressurreição.
A humanidade tem sobre e contra si o testemunho eterno da presença de Deus entre nós. A necessidade de emergente arrependimento, e retorno à condição de criatura, devedora ao seu Santo Criador.
Em um mundo caído, e que o Senhor permitiu ao homem o acesso a uma nova e arrebatadora dimensão da existência: Conhecê-lo, isto pôs em lados opostos homens, pessoas da mesma família. Dividiu definitivamente a humanidade.
E, em sua ressurreição, e por meio dela, os limites da morte foram rompidos, trazendo vida, a verdadeira vida, que jamais poderíamos nela pensar, dela usufruir, viver a eternidade. Sim, segui-lo é viver. E permanecer em si mesmo é continuar à morte. 
Pois, a vida, a verdadeira vida, está em Jesus Cristo.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Senhor diz.

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