Vivemos com grande apelo à unidade, à solidariedade e tantos outros temas que permitam a felicidade e a realização dos homens. Qualquer que seja a direção perseguida, o amor, sem dúvida, é seu fundamento.

Exige-se, orienta-se e se garante que o amor pavimenta a felicidade coletiva. E muito tem sido feito… porém, os resultados não são animadores – crimes, adultérios, suicídios, corrupção etc. O que sugere que há algo de errado com o “amor” aplicado às metas pretendidas, pois contrário ao discurso, a realidade evidencia uma espiral descendente.

Apenas as Escrituras permitem a compreensão adequada a respeito do amor que tem levado a falência experimentada pela humanidade. Jesus afirmou que o homem não tem em si o amor de Deus (Jo 2.15). Assim, o que homens atribuem ao “sentimento” chamado de amor não é capaz de promover o bem desejado pela humanidade.

Há outra quantidade de ensinos nas Escrituras garantindo que o conceito e a prática do amor entre os homens é incapaz de solucionar os problemas e, diverge completamente do que Deus afirma ser o amor. Ou seja,  o mundo não conhece nem Deus, nem seu amor (1 Jo 3.1); o amor de Deus e o amor do mundo são excludentes entre si (1 Jo 2.15). E mais, as Escrituras afirmam que o amor é ação pessoal de Deus sobre suas criaturas, sem esta ação, o amor não é possível (Gl 5.22).

Podemos afirmar que o “amor” preconizado pelo homem para construir um futuro melhor, não sendo o verdadeiro amor, é apenas um sofisma que mantem a todos na escuridão.

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