A leitura de João cap. 6, se encerra com o questionamento a respeito dos efeitos do ensino do Senhor sobre sua divindade, e seu poder em conceder a vida eterna. E assim, ao mesmo tempo, deixava claro a inutilidade da religiosidade humana (56-63). As pessoas que lhe ouviram, objetaram-se à vida eterna oferecida por, e em Jesus.

A argumentação contra Jesus teve início ao afirmar sua origem celeste (divina, v. 41). Os judeus com base em suas convicções e conveniências religiosas, não permitiam um relacionamento real com Deus, insistiam em vê-lo apenas como uma figura local, um mestre com bons ensinos, negaram a si mesmos o reconhecimento que Deus (Emanuel) os visitava. 

A história do povo judeu, e as distorções adicionadas ao longo do tempo, forjaram na nação a soberba necessária para assim construírem um padrão meramente litúrgico no relacionamento com Deus.  

A presença e os ensinos de Jesus levavam a todos a renunciar às suas tradições, sua soberba e objeto de adoração.

Nem mesmo seus discípulos, que conviveram com ele, presenciando seus sinais, renunciariam às suas religiosidades em favor da verdade do Senhor, e escolhendo a si mesmos, o abandonaram (v. 66).

Por fim, Jesus confronta os “12”. Em troca lemos: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.

Tão perto estiveram todos do Senhor: a multidão, os judeus e os discípulos que o abandonaram. E ainda em meio ao que o reconheceram, suas palavras da vida eterna estava Judas… que por fim seguiu seu próprio conselho. 

Nossa gratidão ao Senhor por nos manter.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s