Quem é Deus? Eu acho e….

É comum as pessoas utilizarem os termos: “Deus me livre”, “Deus te abençoe”, “Deus te acompanhe”, e muitos outros, e de alguma forma associar esse “Deus” a uma capacidade ou poder.  

E ainda, são usados símbolos que julgam evocar a “Deus”, trazendo-o para perto de si mesmos. São crucifixos, imagens, cruzes, quadros, bíblias abertas em algum salmo e outros mais. 
Há também os sinais (gestuais repetitivos e com palavras “místicas”) ao passar diante de cemitérios, em enterros, igrejas, em locais ou situações específicos. 
É essa liberdade dos uso de termos, dos sinais e símbolos, que falar a respeito de Deus é filosofar. É o entendimento, absolutamente pessoal e livre, que determina quem é Deus. São seus próprios raciocínios, divagações e inferências que mantém a divindade sob controle. 
E a firme crença da bondade inerente garante a soberania diante de “Deus”
… assim, “o eu acho” é determinante a respeito de Deus.    
Alguns aspectos podemos observar.   
O termo Deus é um título e não um nome. E os povos  construíram e associaram-se à alguma divindade. Sendo alguém ou algo, cujo poder precisa atender às questões particulares, contudo, nenhuma experiência foi documentada dentro da história humana.

São vários os nomes desses: Lua, Sol, Netuno, Poseidon, Deus ainda está disperso na natureza, disperso na multidão em pessoas etc. Mesmo fragmentado ou pulverizado, Deus sempre tem um nome… A qual Deus se referem as pessoas que evocam seus deuses?

Qual poder há, de fato, nas palavras que utilizam para evocar a Deus? Segundo as religiões, muito poder!
Qual a eficácia dos símbolos e sinais para aqueles que os utilizam? Segundo as religiões, muito, pois são os meios de obtenção dos favores de Deus. 


Qual a validação disponível para aferir a divindade desse  Deus? Nenhuma. Sim, não há qualquer  instrumento para verificar a historicidade desse “deus”. 


Seria justo e coerente a existência de eventos históricos que o homem comum dispusesse para conhecê-lo objetivamente: local, data, evento. Jamais por meio de divagações, objetos,  drogas, mediadores, visões, experiências multidimensionais, mantras ou filosofias.

Logo, Deus para ser DEUS não poderia ocultar-se das pessoas, deixá-las às cegas, guiadas por suas próprias subjetividades. 

Assim, Deus precisaria registrar-se na história humana, com seus feitos, de fato divinos… coisas impossíveis aos homens.

  • Antecipar a história – profecias;

  • Antecipar pessoais, locais, tempos e povos para mostrar seu poder e soberania – nascimento de Jesus, e a permanência dos judeus dentre todos os povos;

  • Realizar aquilo que é impossível ao homem… sim, ele é Deus – virgem conceber sem necessidade de homem.   

Portanto, Deus, obrigatoriamente, precisaria estar em outra categoria de pessoas, além da percepção, da lógica, as quais não podemos, a partir de nós mesmos, imaginar. 
Não credite às suas divagações e inferências determinar quem é Deus. O que determina nosso relacionamento com Deus é conhecê-lo como Ele próprio diz que é. 
Leia a Bíblia, o seu evangelho. 

Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé. (Rm 1.16-17) 

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