O corona vírus em direção ao Apocalipse

 

O Livro do Apocalipse encerra o que Deus tinha a revelar aos homens. E nele está escrito em seu capítulo 13:

“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.

Esta é parte da descrição do cenário final da vida que conhecemos. Além de tragédias cósmicas, Deus antecipou a existência de personagens e fatos que caracterizam o mundo à nossa frente.

O que até então era fantasia, mitologia, até escárnio mostra sua realidade pela crise instalada. Iniciaram-se os passos que levam a humanidade em direção ao que está contido nas páginas deste livro.

Lá encontramos o mundo inteiro sendo conduzido por apenas duas pessoas. Um líder político, e outro religioso. O Ecumenismo, que hoje já se mostra, será como outrora, com a fusão político-religiosa.

A manipulação das pessoas e o ecumenismo religioso, com sua inclusividade, serão berço e caminho para este cenário.

O domínio sobre os indivíduos marcará o caráter do “Estado”, sem fronteiras, global. Pois, está determinado a consolidação de um absoluto controle sobre a humanidade: ricos, pobres, livres, servos… sobre toda e cada pessoa.

E isto já temos, pois, a vida dos cidadãos se encontra em bancos de dados espalhados por todo o mundo, e a sofisticada e real capacidade de localização dos indivíduos onde quer que estejam. A insegurança que a crise produziu, não só legitimará, mas desejará tal controle.

Quão bem-vindo será o sinal profetizado, autorizando e identificando aqueles que podem comprar ou não, vender ou não… viver ou não.

O momento que vivemos revela a humanidade em direção ao que está determinado na Revelação do Senhor, coisas que estavam ocultas, agora ficam às claras.

Evidentemente, o mundo sairá desta calamidade mais dependente da tecnologia, e mais convicto da necessidade de um “Estado” que controle seus cidadãos sob o pretexto de um bem maior… as bases da sociedade dos últimos dias descritas por Deus foram lançadas.

Está escrito: “Escreve as coisas que brevemente devem acontecer.” E Já começaram…  é tempo para arrependimento.

Também está escrito: Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto

Esperança em meio a ameaça do Corona

 

“Quero trazer à memória aquilo que me dá esperança. Livro das Lamentações de Jeremias (3:21).

Experimentamos um momento novo na vida humana, um inimigo invisível que ameaça a todos. Incluindo ricos, ou pobres, sábios ou estultos, religiosos ou não. Apresenta-se como uma sentença sobre a natureza humana.
Desconsiderá-la, ou torná-la risível, resistindo aos números apresentados, as advertências anunciadas, é completa cegueira, aproxima-se da insanidade.
O que fazer? É a pergunta adequada.
As respostas apresentadas evidenciam nossa incapacidade, pois, nem a tecnologia, tampouco as estratégias conseguem fazer frente ao Corona vírus, trazendo-nos insegurança.
Entretanto o Senhor permitiu a homens experiencias de semelhante aflições, para que por elas pudéssemos aprender, e por fim, encontrar esperança.
É o que temos no livro das Lamentações de Jeremias, o registro de suas aflições. Lemos sua sensação de abandono por Deus (3.8), sem encontrar alternativas (3:9), perdendo a paz (3:17).
Mas, ainda que diante dessas adversidades, buscou ao Senhor em oração (3:19). Assim clamou: “Lembra-te da minha aflição, do meu pranto”. Pois, eram grandes demais, abatiam sua alma (3:20).
E, o profeta em sua meditação, encontrou a arma para reagir àquelas circunstâncias… está no texto posterior ao que iniciamos, no verso (3:22). Jeremias resgata em sua mente a promessa do Senhor, sabe que Deus renova suas misericórdias todos os dias. Podemos ler: “As misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã, e por isso não somos consumidos”.
Sim, a despeito das circunstâncias, era Deus quem mantinha sua vida. E sua esperança o fez perceber que mesmo sob ameaças e aflições, Deus sua única a garantia, sua única confiança. Jeremias conclui que a única resposta nos momentos de incerteza, nas nossas aflições, vem somente do Senhor.
Para que nossas mentes sejam confortadas pela esperança, é necessário saber que as misericórdias de Deus se renovam a cada dia… é o seu cuidado que nos mantém.
Portanto, amados irmãos, nossa convicção reside na certeza de que o Senhor nosso Deus está nos guardando, ainda que em meio às ameaças. Que o Senhor nos faça crescer em sua dependência.
A Ele honra eternamente… Amém.

Corona vírus: Templos abertos ou fechados?

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A IGREJA E A AMEAÇA DO CORONA VÍRUS

 

Estamos, de fato, diante de uma grave crise – os óbitos, a extensão e a velocidade com que ocorrem as contaminações provam que a humanidade não tem poder diante da ameaça do Corona vírus.
Em seu enfrentamento, muitos textos e manifestações têm sido produzido, orientando condutas, em especial, para o povo de Deus. Vários textos são utilizados para justificar essa ou aquela posição: fechar os templos ou mantê-los abertos? A prudência é uma recomendação de Deus.

Não temos um mandamento objetivo sobre a questão. Deus não disse: “no ano de 2020 ocorrerá uma peste global, e que os crentes devem…”.

Portanto, para qualquer decisão é necessário conhecer o caráter de Deus, suas promessas, saber das aflições previstas, dos planos de Deus para o mundo… e, principalmente, aprendermos como o Senhor e seus servos agiram quando ameaçados.
Tivemos o dilúvio, descrito no Livro de Gênesis, um evento de extensão global, Deus ordenou a Noé construir uma arca, separando-os dos demais. E Noé com sua família, em obediência, não foi condenado com o mundo.
O Livro de Êxodo, quando das pragas sobre o Egito, Deus orientou ao seu povo manter-se separado em Gózem, livrando-os do juízo que caía sobre os egípcios. Os hebreus mantiveram-se separados, e sobre eles não pesou a mão do Senhor.
Tiago ao utilizar Elias – orou e trouxe a seca, depois orou e veio chuva, não nos estimula a repetirmos aquele feito. E o toma para exemplo, cuidarmos uns dos outros, a recorrermos a Deus. (1 Rs 17 e Tg 5). Entendeu o escritor que alguns feitos não seriam possíveis de serem reproduzidos?
Mesmo que tais exemplos não sejam paralelos idênticos, foram escritos para por eles aprendermos. Pelo mesmo motivo, os exemplos pessoais de bravura e medo na vida de Davi, Moisés, profetas e tantos outros, devem ser vistos em seu contexto e aplicados com muito cuidado para atual situação.
Ainda que guardados pelas promessas de Deus, devemos reconhecer o poder das ameaças que se aproximam de nós, e discernir sobre nossa responsabilidade e real capacidade de enfrentá-las. Fugir, ou esconder-se de inimigos mais fortes não significa falta de fé ou covardia. A fé sem discernimento é bravata, falso misticismo, é religiosidade que pode ocultar escusos interesses.
E não é o que Deus nos orienta, pelo contrário somos chamados à razão. Salomão percebeu que “o prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando.” (Pv 22:3).
Os próprios passos e dedicação à vida cristã exigem razoabilidade,  “Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz.” (Lc 14:31-32).
O exemplo de José e Maria (Mt 2.13), os pais naturais de Jesus, diante da ameaça de Herodes, responsavelmente, alertados por anjo, e fugiram para o Egito. E muitas crianças morreram diante da situação. Faltou-lhes fé diante de Herodes? Deveriam ter enfrentado a ameaça tão mais poderosa? Decerto que não.
A tentação do nosso Senhor (Mt 4) foram propostas para bravatas e espetáculos produzidos pela falsificação da palavra de Deus, e sabemos quem foi seu autor.

Em sua segunda carta, no capítulo 1, Pedro afirma que as Escrituras (conhecimento de Deus e de Jesus) são suficientes e completas para vida e piedade. Deus recomenda o discernimento.

É sensato perceber que Deus reconhece o saber humano, foi Ele quem o criou, foi Ele quem nos criou. O Senhor recomenda para irmos ao médico, para considerarmos o papel e poder do Estado.
Quando os especialistas alertam para necessidade de combater um mal por meio do isolamento, mesmo que isso seja contrário aos nossos planos e interesses, devemos reconhecer que não temos conhecimento necessário para, responsavelmente, irmos em outra direção.
Pr. Paulo Brasil

 

Felicidade, Corona vírus e a Verdade

Assisti um vídeo, onde o seu autor relaciona felicidade à religião. Foi até ao país onde, estatisticamente, é o menos religioso do mundo. E de lá, mesmo que com ilações questionáveis, e confuso quanto ao que chamou de “religião”, mostrou-se convicto e superior por não pertencer a qualquer religião, tampouco acreditar no sobrenatural. 

Concluiu que é não preciso de religião para ser feliz. Em sua visão, a 
religião serviria para promover a felicidade aqui neste mundo. Portanto, para ser feliz, ou seja, para se viver, Deus é desnecessário.

Um outro comentário, sobre o corona vírus, sugeriu ser o vírus obra do diabo. É segundo essa percepção, da preferência pessoal, que determina o que o diabo faz, ou mesmo Deus.

Apesar da distância entre os temas, há uma unidade padrão entre eles: a subjetividade. Sim, quem é Deus, sua utilidade, o que Ele deve fazer, ou não fazer, é determinado por cada pessoa.  Deus, segundo o mundo, é apenas um conceito particular, uma abstração. E não uma pessoa, com sentimentos, poder, intelecto e vontade.

Gostemos ou não! O mundo já determinou que a crença em Deus, a religião representa um certo retardo intelectual. Uma subcategoria da ignorância.

Assim, o conteúdo das Escrituras, os feitos e promessas de Deus, o que chamam de religião, é incompatível à intelectualidade humana. 
Tal realidade chegou ao arraial religioso. E muitos já cativos à essa mesma disposição mental, alegando defender a verdade divina, recriaram-na, a partir de si mesmos, e pronta para atender ao mundo.  

Consequentemente, adicionou à velha verdade de Deus o saber humano, dando luz à uma nova verdade, com melhor aparência: agradável aos olhos, prazerosa, e plena de sabedoria.

E acumularam-se as estratégias para oferecer essa nova verdade, agora própria   para garantir a felicidade e liberdade humana.

Vieram os palestrantes. Especialistas em contextualização, que por regra, introduzem toda sorte de pensadores seculares com suas frases; os filosofismos com suas divagações, e os psicologismos com suas fraudes. Adicionam ainda, suas titulações, universidades, graus, livros escritos, onde ministram, e telefones para contato. E quanto aos conselhos eternos do Senhor, os trazem emaranhados aos conceitos humanistas, em busca de popularidade, mas sem poder para transformar a vida de pecadores. 

Com igual poder, apresentam-se os especialistas em nova percepção. Garantem que sabem o que Deus falou a respeito dos assuntos que estão na moda. Tatuagens, preferências políticas, tamanho e necessidade do estado, modelo econômico, impostos, rebeldia responsável, porte de arma etc.

Por fim, menos doutrinários, mas sempre presente, temos os mimetizados. Iguais ao mundo. Nesses a linguagem, os modos, as músicas, as roupas contrastam com a santidade exigida pelo Senhor em não se conformar com o mundo.

Há muitos outros, todos alegando a necessidade de contextualização, fundiram-se ao mundo, não permitindo “aos de fora” perceberem quem é Deus, e o que ele faz. Aprofundaram o descrédito das verdades eternas. E movidos pelo amor a si mesmos, e pelo populacho das tendências negociaram a verdade das Escrituras. 

E a nova verdade, com seu humanismo, oculta o nosso Deus e Salvador, não leva pecadores ao arrependimento, não lhes permite ficarem livres da morte.

Continuaremos a ver vídeos e comentários que negam a existência de Deus… pessoas que, que confusas e soberbas, precisam apenas dEle.   

Se o Senhor não nos tivesse alertado para os dias maus que viriam, até poderia acreditar que esses tem interesse na causa do Senhor.

Dons de Línguas em 1 Coríntios

AS CIRCUNSTÂNCIAS 

Paulo não se encontra na Igreja de Corinto (1 Co 5.3); obtém informações sobre as desordens que ocorriam na Igreja (11.18,33-34; 14.40). 
Está diante de um grande dilema: São dons de Deus ou pura carnalidade?
Pois, tem experiência a respeito do dom (At 19), e conhece também a realidade da Igreja (1.4-7, 11, 16, 26), que bem poderia expressar “dons” não vindos do Senhor (1 Co 12.1-3)
Assim, em sua resposta, não poderia proibir a prática do dom, por outro lado, pelos resultados – desordens, sabia que deveria interromper tais “manifestações”. 
Logo, devemos ler os textos de 1 Coríntios sobre tal enfoque: Paulo não questiona a existência do dom, contudo, o mantém associado aos ensinos do Livro de Atos. 
Assim, os capítulo de 12 a 14 contém instruções para que a Igreja em Corinto (1) possa validar as expressões e (2) e ponha em bom termo uso do dom. Era, pois, necessário a inibir os falsos dons (carnalidade), mas, ainda assim, conceder a liberdade de exercê-los. Tudo para restabelecer a ordem nas reuniões (11.34; 14.33, 40).
É importante rejeitar a sugestão (quase um devaneio) da existência de um dom de línguas no livro da Atos e “outro dom de línguas” no Livro de 1 Corinto.

O LIVRO DE ATOS E O DOM DE LÍNGUAS 

É adequado consolidar quais os ensinos que podem ser obtidos pelas experiências vividas com a vinda do Espírito e o dom de línguas. Não podemos esquecer que o evento principal foi a vinda do Espírito, sendo o dom apenas sua expressão.

O QUE FOI

Um sinal para os crentes judeus; 
O sinal da vinda do Espírito Santo prometido pelo Pai;
Percepção que incluiria além de judeus, também os gentios como povo de Deus  O Evangelho chegaria aos confins da terra. 

O QUE NÃO FOI

Não foi utilizado para evangelismo, ensino ou adoração; não foi concedido em resposta a pedido de oração ou algum tipo de consagração; não se repetiu. Ocorreu em grupos distintos: Judeus e prosélitos, samaritanos, Gentios, discípulos de João Batista. Não há indícios do dom ser manifestado repetidas vezes no Livro de Atos, mas que ocorreu apenas indicar que determinado grupo experimentava o ocorrido com os judeus crentes (At 2).

O ENCHIMENTO DO ESPÍRITO

As passagens em que claramente houve a manifestação do dom de línguas, temos que ficaram cheios do Espírito (2.4), mas as duas outras ocorrências não ocorrem o enchimento do Espírito (10.44-45) e (19.6). Assim, não é correto afirmar que o falar em línguas é uma expressão do enchimento do Espírito.  

I CORINTIOS CAP. 12

Paulo reafirma a veracidade e variedade de dons, mas estabelece um padrão:
(1) São úteis (1 Co 12.7);
(2) Edificação do corpo de Cristo – cuidado e unidade (1 Co 12.25),
(3) Servir aos outros e não para si mesmo (1 Co 12.28).

I CORINTIOS CAP. 13

Deve-se observar que o Apóstolo escreveu este capítulo para fundamentar e qualificar a prática da comunhão. A observação do amor, que em linhas gerais seria servir ao outro, dá sentido à comunhão, edificação do corpo… ao efetivo uso dos dons.

I CORINTIOS CAP. 14

Ao chegarmos neste capítulo devemos resgatar o que “aprendemos” no Livro de Atos.
As “LÍNGUAS” do Livro de Atos são idiomas (meramente humanos) e são confirmadas pelas orientações do Apóstolo. Verifique o que é dito:
Deveriam ser Palavras inteligíveis (9); existem NO MUNDO. Cita ainda o termo estrangeiro ou bárbaro (10-11, 18-19). E exige que as palavras devessem ter “entendimento” (16).

A “INTERPRETAÇÃO”

No Livro de Atos, o termo Interpretação não pode, nem poderia significar tradução. Na vinda do Espírito Santo, e a manifestação do dom, Pedro é questionado pelos “estrangeiros” que estavam em Jerusalém (At 2.7, 13), pois, ouviam aqueles nativos falarem em seus idiomas, sim, eles entendiam em suas próprias línguas nativas. Pedro, óbvio não precisaria traduzir, ele simplesmente deu “sentido ou significado” ao fato, associando-o à promessa do Pai. Traduzir negaria a natureza do dom. E, novamente ocorreu em Atos 11, quando no questionamento de sua ida à casa de Cornélio. Assim, devemos reafirmar que o dom de interpretação não é dom de tradução. Paulo não se utiliza da palavra tradução para se referir ao dom.  

EXIGÊNCIAS PARA PRÁTICA DO DOM DE LÍNGUAS

A carta exige o dom de interpretação (não é tradutor!!!); exige que haja edificação da Igreja (12-13), assim, sem interpretação o dom não deve ser manifestado, deveria a pessoa ficar calada (27, 28).
Objeta-se o caso de 1 Co 14.2. onde está escrito que falar em línguas, fala em mistérios, fala a Deus. Deve-se utilizar das orientações: Sem intérprete os mistérios não são de importância para Igreja… ficar calado. 
Afirmam outros que Paulo tinha o dom (14.18). 
Mesmo que o Apóstolo afirme sua capacidade, não há registro desse uso. E se a mente ficava infrutífera (14.14), Paulo preferia não o utilizar (14.19). É possível que Paulo utilizasse seu conhecimento e sua experiência para afirmar a falta de propósito do dom para uso contínuo na Igreja. Pois logo depois alerta para NÃO SERMOS MENINOS (14.20).

DEIXANDO A MENINICE… SÃO OU NÃO PARA OS INFIÉIS?

Paulo utiliza-se de uma profecia de Isaías para afirmar que as línguas, SIM, são para os infiéis (22), logo depois afirma que as línguas NÃO são para os infiéis (23). A exortação em direção à maturidade é entender que o dom nos planos de Deus visa a Israel, e que seu propósito. Que falará por meio de outros povos, e mesmo assim Israel não ouvirá o Senhor. contudo quando a igreja se reunir… falar em línguas soará como loucura. Pois o propósito para Igreja já se consumou… lá no Livro de Atos.

CONCLUSÃO 

O dom de línguas é real e concedido por Deus, trata-se de idiomas conhecidos, falado pelos povos da terra;
Foi dado como um sinal para os primeiros crentes, saídos do judaísmo, conforme a promessa do Pai; o que exigiu relacionar a manifestação à profecia (interpretação);
Portanto, o dom de línguas sem relacionar-se com o corpo das profecias, seria destituído de interesse para igreja, portanto deveria ser rejeitado. As línguas atuam e atuarão no plano das profecias – Missões (Mc 16.17) como um instrumento contra os judeus infiéis, pois mesmo assim não ouvirão o Senhor (1 Co 14.21).