Há liberdade na escolha, o que Deus diz?


Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jogo de escravidão. (Gl 5:1)
Sem dúvidas fomos chamados para Liberdade e retirados da escravidão. Se fomos libertados, quanto éramos livres? Quanto éramos escravos? Qual a natureza de cada uma das questões envolvidas?
Onde avaliar a liberdade humana
Quando falamos a respeito de liberdade humana, devemos primariamente tentar seu conceito – colocá-la em um campo de conhecimento específico onde possamos avaliá-la objetivamente, assim nos afastamos de falsos conceitos e das conjecturas que emanam de nosso próprio coração. Para tanto, precisamos ouvir o que o Senhor nos reserva, o que dizem as Escrituras, apenas Ele pode nos oferecer entendimento sobre esta questão. E, a partir daí, percorrermos – tanto quanto possível – sua extensão, sua efetiva capacidade de ação, por fim, os limites da liberdade pretendida – ou real. 
Liberdade é capacidade, e sempre sob llimites
De sorte, que somos obrigados a relacionar liberdade à capacidade. Sim, a liberdade é a autonomia de realizar. Onde não há liberdade, não há capacidade para realização. Nenhuma pessoa enclausurada pode agir além de sua clausura. Contudo, é suficientemente livre para agir em toda extensão de seu confinamento. Logo, a liberdade está submetida a limites, sem os quais e além desses ela não existe.
Surgiu ou ressurgiu?
Não há como negar sobre a culpabilidade humana presente nas Escrituras, afirmando-a responsável diante de Deus. O conceito de responsabilidade diante de Deus, de acordo com o humanismo – cristão ou não –   o levou ao equívoco da contrapartida: se responsável, logo capaz. Assim, a liberdade sugerida é produto de erro de entendimento e não da palavra do Senhor. Porém, como resultado, adotou-se esse engano como se viesse do próprio Deus.  A despeito da força de conceitos, metodologias consagradas e a própria história cristã, e mais, o caráter revelado de Deus, seus atributos e sua soberania… assim, sem nenhuma consulta ao Senhor, lançou-se “o homem livre” – cooperador de Deus. Pois, alegam sem tal liberdade não haveria culpa diante de Deus. Contrária aos ensinos do Senhor, a razão humana legisla vorazmente em defesa de seus pressupostos.
Na verdade, se trata da versão atualizada e universal da medianeira que o Catolicismo Romano atribuiu apenas à Maria, mas que agora o Humanismo, remodelou o conceito, consagrando-o a toda humanidade, onde todos são cooperadores de Deus na salvação. 
Essa é a discussão, essa liberdade que esquadrinharemos, e sei, este texto não encerrará o conflito!
A questão central
Quão livres somos para satisfazer a justiça de Deus? Apenas nossa natureza nos capacita para escolhermos o “bem” segundo o Senhor?
Tais perguntas devem ser respondidas excluindo qualquer ação PRÉVIA de Deus. Ou seja, identificar toda a extensão da liberdade humana – atos como resultados da disposição natural. Aquilo que o homem escolhe sem “ajuda” de Deus.
As respostas afirmativas a essas questões apoiam-se exclusivamente nas disciplinas sociais e no próprio coração. Em busca de legitimidade cunham um punhado de textos bíblicos e os entortam de forma a atender aos anseios de liberdade. Na verdade, são conceitos vindos da sociologia, psicologia e demais disciplinas, que se tornaram necessários para expressão do “novo homem”.  – Um cristianismo psicológico que garante a capacidade e a liberdade humana em relação a Deus.
A liberdade humana e a palavra de Deus
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2:14)
Aqui – outras partes também – as Escrituras qualificam a liberdade humana. Ele pode ser livre, mas sua liberdade age apenas na dimensão do mundo natural no qual está inserido. Quanto às verdades ou realidade divina o homem é completamente incapaz que percebê-las, logo não há como compreendê-las, e por sua vez, escolhê-las ou experimentá-las. Não tem qualquer liberdade em si para escolher ou satisfazer à justiça de Deus. É como se o homem fosse aparelhado de asas, contudo fossem inoperantes, não lhe permitissem alçar voos – tomo emprestada a ilustração de Lutero.
A liberdade natural
pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas malhas? então podereis também vós fazer o bem, habituados que estais a fazer o mal. (Jr 13:23)
O paralelo estabelecido entre a natureza e a vontade mostram quanto nossa vontade é refém de nossa de nossa natureza. Nossas decisões seguem o fluxo natural de nossa inimizade contra Deus.
Tudo que conhecemos é limitado por nossa natureza, ou seja, nossa natureza impõe restrições, limites físicos, intelectuais, morais ou legais. A liberdade sugerida pelo humanismo cristão sugere a supressão dos limites. Não há realidade possível na liberdade pretendida.
Em sua liberdade, o homem executa seu direito de escolhas, preferências e determinação dentro da realidade do mundo físico e perceptível, a Escritura garante-nos isto. Da mesma forma, garante-nos que nenhuma capacidade ou liberdade humana há fora deste mundo físico, ou seja, na dimensão do mundo espiritual, com suas verdades, seus valores, princípios e seu Senhor.  
A verdadeira liberdade
Não há como negar que a liberdade pretendida e anunciada pelo “homem livre” não se ajusta ao que Deus fala em sua palavra. A única liberdade “possível” decorre da vontade livre, graciosa e soberana de nosso Deus ao anunciar aos nossos corações:
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:36)

A liberdade possível

Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jogo de escravidão. (Gl 5:1)

Sem dúvidas fomos chamados para uma Liberdade e retirados de um certo tipo de escravidão. Se fomos libertados, quanto éramos livres?

Onde avaliar a liberdade humana

Quando falamos a respeito de liberdade humana, devemos primariamente tentar seu conceito – colocá-la em um campo de conhecimento específico onde possamos avaliá-la objetivamente, assim nos afastamos de falsos conceitos e das conjecturas que emanam de nosso próprio coração. Para tanto, precisamos ouvir o que o Senhor nos reserva – o que dizem as Escrituras sobre esta questão. E, a partir daí, percorrermos – tanto quanto possível – sua extensão, sua efetiva capacidade de ação, por fim, os limites da autonomia humana baseados na liberdade pretendida – ou real?

A liberdade é capacidade

De sorte que somos obrigados a relacionar liberdade à capacidade. Sim, a liberdade é a autonomia para realização. Onde não há liberdade, não há capacidade para realização. Nenhuma pessoa enclausurada pode agir além de sua clausura. Contudo, é suficientemente livre para agir em toda extensão de seu confinamento.

Surgiu ou ressurgiu?

Não há como negar sobre a culpabilidade humana diante de Deus presente nas Escrituras, afirmando-a responsável diante de Deus. O conceito de responsabilidade diante de Deus, de acordo com o humanismo – cristão ou não –   o equívoco da contrapartida: se responsável, logo capaz. Assim, a liberdade sugerida é produto de erro e não da palavra do Senhor. Porém, como resultado, inseriu-se esse engano – a porção humana – como se viesse do próprio Deus.  A despeito da força de conceitos, metodologias consagradas e a própria história cristã, e mais, o caráter revelado de Deus, seus atributos e sua soberania… assim, sem nenhuma consulta ao Senhor, lançou-se “o homem livre” – cooperador de Deus. Sem a qual ele não poderia ser considerado culpado diante de Deus. A razão humana legisla vorazmente em defesa de seus pressupostos.

Na verdade, se trata da versão atualizada e universal da medianeira que o Catolicismo Romano atribuiu apenas à Maria, mas que agora o Humanismo consagrou a toda humanidade.

Essa é a discussão, essa liberdade que esquadrinharemos, e sei, este texto não encerrará a questão!

A questão central

Quão livres somos para satisfazer a justiça de Deus? Apenas nossa natureza nos capacita para escolhermos o “bem” segundo o Senhor?

Tais perguntas devem ser respondidas excluindo qualquer ação PRÉVIA de Deus. Ou seja, identificar toda a extensão da liberdade humana – atos como resultados da disposição natural. Aquilo que o homem escolhe sem “ajuda” de Deus.

As respostas afirmativas a essas questões apoiam-se exclusivamente nas disciplinas sociais e no próprio coração. Em busca de legitimidade cunham um punhado de textos bíblicos e os entortam de forma a atender aos anseios de liberdade. Na verdade, são conceitos vindos da sociologia, psicologia e demais disciplinas, que se tornaram necessários para expressão do “novo homem”. E a Teologia Social garante a capacidade e a liberdade humana em relação a Deus.

A liberdade humana e a palavra de Deus

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2:14)

Aqui – outras partes também – as Escrituras qualificam a liberdade humana. Ele pode ser livre, mas sua liberdade ocorre apenas na dimensão do mundo natural no qual está inserido. Quanto às verdades ou realidade divina o homem é completamente incapaz que percebê-las, logo não há como compreendê-las, e por sua vez, escolhê-las ou experimentá-las. É como se o homem fosse aparelhado de asas, contudo fossem inoperantes, não lhe permitissem alçar voos – tomo emprestada ilustração de Lutero.

A liberdade natural

Tudo que conhecemos é limitado por sua natureza, ou seja, há restrições dos limites físicos, intelectuais, morais ou legais para existência do ser. Sem o que a liberdade exigiria a supressão dos limites. Não há realidade possível na liberdade pretendida.

Em sua liberdade, o homem executa seu direito de escolhas, preferências e determinação, a Escritura garante-nos isto. Da mesma forma, garante-nos que nenhuma capacidade ou liberdade humana há na dimensão do mundo espiritual, com suas verdades, seus valores, princípios e seu Senhor.

A verdadeira liberdade

Não há como negar que a liberdade pretendida e anunciada pelo “homem livre” não se ajusta ao que Deus fala em sua palavra. A liberdade pretendida decorre a vontade livre, graciosa e soberana de nosso Deus.

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:36)

 

Liberdade humana: a extinção de todas as coisas


Dentro do ambiente religioso, a liberdade humana tem sido o princípio e garantia de todas as heresias. Em algumas dimensões que se acredite e use deste conceito no universo da realidade humana, opera-se em grande erro. Mesmo que seja inebriante tal possibilidade, decorre de fundamentos estritamente humanistas e está em desacordo com a verdade revelada, e mesmo assim, é o grande filão mercadológico da apostasia. 


Toda obra circense que se pratica em nome de Jesus tem a liberdade do homem como pilar central, levando consigo também o mundanismo que nos assola.

Tendo a certeza que inócua para as pessoas em geral é tal abordagem, tentei este sumaríssimo texto sobre a “liberdade”, reconheço que muito ainda há a ser feito e por alguns o faço.

Iniciou meu interesse pelo questionamento um membro de uma igreja co-irmã a respeito de Mateus 24.13, onde se lê: “aquele que perseverar até o fim será salvo”. Sem dúvida sua intenção estava voltada para afirmar liberdade do homem (e não sobre sua responsabilidade ou o poder de Deus). 


Em que nível há liberdade humana? Há limites na liberdade? O que revelam as Escrituras sobre este tema?


Isto decorre da Escritura afirmar que o homem é responsável diante de Deus, logo a contrapartida “racional” exige a liberdade humana (o que a Escritura nega  com clareza). 
Este torneio exige muita energia e os defensores da liberdade humana participam dele sem consulta a Palavra do Senhor, oferecem suas mentes como instância final da verdade. O pilar da controvérsia é metodológica e seu vigor é psicológico (humanista), logo sem fim.

E muito se tem falado a respeito da liberdade humana. Afirmam que tal liberdade garante ao homem direito de escolhas, preferências e determinação de sua eternidade. Não se pode negar que o homem é um agente moral livre, tornando-se responsável por seus atos, por suas escolhas, mas devemos afirmar que tal “liberdade” está inserida na privação da compreensão das verdades divinas. 


A leitura de 1Co 2:14: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”; dirime toda a questão. Assim, é como se o homem fosse aparelhado de asas, contudo fossem inoperantes – tomo emprestada ilustração de Lutero.  

Porém, a conclusão das intenções e disposições mentais que fazem o pano de fundo a tais afirmações leva-nos a um conceito de “liberdade” fora da realidade conhecida. Evito o termo filosófico, pois o mesmo tem sido carregado de soberba e humanismo. 


Constroem, desta feita, uma liberdade plena. O que exigiria a ausência de limites físicos, morais ou legais, para sua efetiva existência, esta é suma de tal proposta. 


Nesta dimensão de liberdade sem limites não há qualquer ser livre. Nem mesmo O CRIADOR, O TODO-PODEROSO, NOSSO DEUS é livre. Tal liberdade exige extinção dos atributos mínimos da existência racional: vontade, intelecto e sentimentos. 

Caso possível existir tal liberdade, extingui-se a realidade aferível, tudo passa a ser possível e, ao mesmo tempo, nada é crível. É o fim da razão, temos extintas todas as coisas. Incoerentemente, proclama-se o caos como fundamento da ordem. 


Precisamos afirmar que a liberdade é limitada pelos atributos do ser. E a ausência de limites externos é prerrogativa apenas de Deus. 

Mesmo Deus em sua liberdade é restringido pela sua própria natureza. 
Pois, não está livre de sua santidade, portanto NÃO PODE pecar; 
não está livre de sua autoexistência, portanto NÃO PODE aniquilar-se; 
não está livre de sua verdade, portanto NÃO PODE mentir.
Deus não está livre de ser DEUS.

Da mesma sorte o homem não está livre de ser homem. 
Se escravo da morte, logo sem liberdade;
se não compreende a Deus, escravo de sua ignorância, logo não está livre;
se incapaz de prolongar indefinidamente sua vida, logo não está livre; 
se escravo do tempo, do futuro, logo não está livre.

A liberdade humana está circunscrita ao texto a seguir: 

“Lembrai-vos, disto, e considerai; trazei-o à memória, ó transgressores. Lembrai-vos das coisas passadas desde a antigüidade; que eu sou Deus, e não há outro; eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antigüidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho subsistirá, e farei toda a minha vontade; chamando do oriente uma ave de rapina, e dum país remoto o homem do meu conselho; sim, eu o disse, e eu o cumprirei; formei esse propósito, e também o executarei”. (Is 46.8-11)

Quanto ao que propalam essa tortuosa liberdade humana, a tais humanistas:

Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. (Jd 1:4)

Minha liberdade no Senhor

Pela tua ciência, pois, perece aquele que é fraco, o teu irmão por quem Cristo morreu. Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo-lhes a consciência quando fraca, pecais contra Cristo.( 1Co 8:11-12)
Certa vez, depois de ouvir uma jovem não cristã, questionei-a sobre seu conceito ou mesmo o propósito de liberdade que defendera com tanto entusiasmo. E recebi como resposta a máxima da liberdade pagã: minha liberdade termina onde começa a do outro. Intrínseco se apresenta a exaltação pessoal e o descaso com o outro. Por regra, sempre tomo a direção contrária aos apanágios da incredulidade para depois verificá-los através da Escrituras.
Liberdade, o que Deus nos ensina sobre liberdade? Talvez, por sua praticidade, pouco a consideremos, e daí sairmos em direção ao que a jovem defendeu. E passamos a usufruir da liberdade que vem por força ou violência e não pelo Espírito.

Lemos em Rm 6:22 que a liberdade nos tornou servos de justiça. Estamos livres para santificação, para realizarmos a vontade de Deus. E mais, Rm 6:18 diz: e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça. Somos livres para prática da justiça.
Há ainda a advertência sobre o risco da “liberdade” para o pecado que gera morte. Concluindo: “apresentai agora os vossos membros como servos de justiça para santificação”. (Rm 6.19c). Somos livres para prática da justiça, e por ela a santificação.
Logo, a liberdade do e no Senhor é o ambiente onde o santo deve agradá-Lo. É dela que retiramos toda energia para nos apresentarmos aprovados, diferentes do mundo ímpio. Manifestamos nossas vidas baseados no conceito de liberdade que cada um de nós possui, cheiro de morte ou de vida. Bom que exalemos vida para os salvos, e morte para os que se perdem.

Sim, mas e o outro na liberdade do santo? Já que o paganismo compartimentaliza a vida: eu sou eu, e tu és tu. Como o Senhor nos colocou livres rodeados por testemunhas? A liberdade e o irmão? A liberdade e a opinião do outro? A liberdade e a vida do outro?
A palavra afirma que estamos todos em Cristo (Doutrina da Unidade com Cristo), e isto foi feito como o Senhor bem o quis: Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. (1 Co 12:18). E para louvor da sua glória assim o fez:”Mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela”. Portanto, se um sente os demais sentem, se um é exaltado os demais também o são. 
Colocou-nos como servos não apenas do Senhor, mas NA Igreja para servos: “nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. (Fp 2:3-4).
Como alguns podem afirmar que a opinião do outro não interessa? Em nossa liberdade estão incluídos todos os santos, pelos quais Cristo morreu. Somos um no Senhor todos participamos da mesma liberdade. Minha liberdade é a mesma do irmão, contrário ao mundo que a liberdade cria os excluídos, nossa liberdade inclui todos os santos para louvor da glória Daquele que é senhor de todos.  Como está escrito: “assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros”.(Rm 12:5)

Se minha conduta é causa de tropeço, mesmo que não seja pecado, a opinião do irmão deve ser meu guia de liberdade, e naquilo que poder ensiná-lo da liberdade que há em Cristo, o farei, caso contrário sou livre para obedecer a verdade: “Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão”. (1 Co 8:13).

Ou então estarei nas fileiras da minha própria liberdade, ainda escravo da minha vontade, saindo dos caminhos santos do Senhor. E sei, não foi para isto que Ele me comprou.
Não há liberdade sem verdade, sem obediência ao Senhor … e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Jo 8:32

A Ele honra, glória e louvor de eternidade a eternidade.