Estamos de luto!



Sim. Estamos de luto.

Pois, presenciamos a morte de algo absolutamente precioso: a autoridade de anunciar as verdades e virtudes de nosso Deus.
E isso decorre por havermos abandonado a nossa condição diante do Senhor. Lembremo-nos, fomos comprados com sangue, e nos foi dado o privilégio de anunciar a santidade, e a glória de Deus, Sua ressurreição, Sua vinda, Seu juízo e o mundo vindouro.

Sim, para isso fomos comprados, para isso fomos chamados e, para isso devemos viver. E o fazemos, anunciando o santo evangelho, por meio de nossas palavras, por meio de nossas vidas. Contudo, em direção contrária aos desígnios do Senhor, confundimo-nos com ímpios, com suas impiedades e enganos, mente e coração anunciam um outro, que não a Cristo. É esse ou aquele candidato, essa ou aquela esperança. Uma esperança sem sangue, e retirada da sarjeta e em busca da falsa glória deste mundo.

Como Esaú, trocam as verdades eternas, as bênçãos celestes por um prato de lentilha, estar e seguir em meio a turba que blasfema de nosso nome de nosso Deus, que é santo eternamente. Amém. 

Assim, perdem a oportunidade e a autoridade de anunciar a Cristo, sua vinda para nos resgatar. Estranho, que com os mesmos lábios acreditam servir ao Senhor, e caminham com as mãos dadas com os filhos de belial.  

Somos advertidos. Aparte-se da iniquidade aquele que professa o nome do Senhor. (Segunda carta a Timóteo 2.11). 

E Deus nos questiona: Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial, [água] doce, e [água] amargosa? (Tiago 3.11)

Sim. Estamos de luto.
Perdemos a autoridade de anunciar nosso Salvador.

O terceiro gênero: Uma questão de natureza ou moralidade?

Mogi das Cruzes
Era sábado à noite, após a exposição da doutrina da Humanidade de Cristo, perguntas fluíam dando mostras do interesse e regozijo de todos. Caminhávamos por veredas que nos levavam a cenários novos. Não conseguíamos contemplar em nossas mentes a sabedoria do Senhor. Quanto mais sorvíamos das verdades eternas, mais dávamos graças ao Todo-Poderoso que em Sua infinita misericórdia e nosso espanto – e mistério – fez com que o Eterno se revestisse da natureza humana.
No retorno para casa sintonizei a CBN. Lá algumas pessoas falavam ao vivo, e logo verifiquei que estava sendo abordada a questão dos homossexuais. Sem dúvida era a extensão do assunto que fora tratado minutos atrás: a natureza humana.
De pronto, ficou clara a aversão aos “evangélicos”. Palavras como “ignorantes”, “atrasados”, “preconceituosos” eram empregadas em quantidade facilmente percebida. Havia nisso tudo certa raiva. Depois, foi possível perceber que os argumentos eram expostos sem considerar o conteúdo das Escrituras, o caráter moral de Deus.
O ponto central ocorreu quando um deles, como se queixando, afirmava que sua condição não fora resultado de escolha pessoal. Negava o caráter moral envolvido, atribuindo sua escolha à sua constituição – ou disposição – biológica. Ela sim lhe autorizava sua homopreferência. Era, segundo conceito comum entre aqueles pares, compatível às suas características orgânicas. E estranhamente, como se fosse um ato heroico, utilizando-se de palavras obscenas, defendeu sua tese, e afirmando que não teria escolhido livremente “passar a vida sendo humilhado, sofrendo preconceitos”. Ou seja, fora dominado por sua natureza. Em sua confusão envolvendo seu desvio de conduta, estaria sugerindo a existência de um novo gênero (sic) nem masculino, nem feminino? 
O que fora exposto pareceu-me tese comum entre os que ali falavam. A ideia de um “outro” gênero na raça humana, híbrido consequentemente, incapaz de reproduzir-se, adviria não da natureza constitucional, mas da preferência sexual. Seria algo como: vamos esperar para ver o qual será a preferência. O gênero seria a posteriori. 
Trafegavam do grotesco ao impensável sem qualquer restrição racional. Entorpecidos pela disposição de incluírem a prática homossexual como natural, nenhum deles abria mão do estandarte da insensatez. Projetavam-se acima do Criador que “homem e mulher os fez”

          E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou;                    homem e mulher os criou. (Gn 1:27)

O relato bíblico, a humanidade, a reprodução são unânimes em “acreditar” nan existência de apenas dois gêneros: macho e fêmea. 
Para satisfazerem-se, em sua natureza de pecado, avançavam com voracidade contra tudo que se chama Deus, a moral, a ciência, a ética, a família. 
Contrários ao que eles mesmos podem conhecer do Senhor, em busca da satisfação, do prazer, em sua proposta subjaz o extermínio da espécie humana. 
Fiquei por alguns minutos considerando o que ouvira, o que motivaria o absurdo proposto… o terceiro gênero. Sim, o pecado penetrou e progride e nas manifestações humanas em busca do prazer e da “liberdade” exibe sua face.
Enquanto os ouvia mais e mais caminhava nas veredas do Senhor:
       Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século?              Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? (1 Co                  1:20)
Não haverá limites para o pecado… e mais virá.

Dele não fazem caso algum, mas que o Senhor lhes seja misericordioso.

Cristianismo (des) Virtual

Há um cristianismo particular na web – O cristianismo virtual. Acessá-lo, conhecê-lo, permite-nos identificar algumas de suas características, e por elas perceber seus ensinos e advertências.

É preciso entender que sua origem, em grande monta, surgiu sem regras ou disciplinas de conteúdo, cuja autoria dependeu e depende exclusivamente da disposição pessoal de nele estar.

Isto me tem levado a considerar meu relacionamento e contribuição para esse cristianismo. E mais, saber qual a verdadeira natureza e motivação que alimentam esse universo tão complexo e dinâmico. É possível observar que há textos com fundamento e propósito cristãos, mesmo que sejam em minoria. Não são esses que me levam a consideração aqui postada.

A primeira questão envolvida é: que modelo devo adotar ao avaliar esse mundo?

Preciso percebê-lo, já que cristão se propõe, como unidade. Essa percepção é necessária, pois, resguarda o ideal divino, formarmos um só corpo. Não poderei sob qualquer pretexto afastar-me desta perspectiva.

“Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”. (Jo 17.20-21)

e mais
“Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.” (João 10:16 ).
Assim, é mister afirmarmos que a unidade é real e conduzida por um Pastor real, e esta regra simples tem orientado a igreja ao longo dos séculos. 


Percebe-se que o cristianismo virtual NÃO preserva esta característica. É um corpo auto-determinado. 


A segunda questão envolvida é: que sabemos sobre Unidade na história do cristianismo pré-virtual? Que matiz de unidade podemos retirar do cristianismo recente?

Convém ressaltar que as diferenças sempre estiveram presentes nessa unidade, e as igrejas locais manifestavam a expressão maior dessa solidez.

Como resultado prático, podíamos perceber a existência de um corpo doutrinário sólido e escriturístico conduzindo a vida local. E que para qualquer desvio, havia mestres que pela Palavra formulavam o ajuste necessário, reconduzindo o santo às veredas da sã doutrina.

Sabíamos como pensavam Presbiterianos, Batistas, Wesleyanos e outras linhas dos cristãos históricos. Havia um corpo de doutrina organizada representando cada grupo; discordância e respeito estavam aliados a causa de Deus. Por outro lado, unânimes refutávamos as doutrinas satânicas dos católicos romanos, espíritas, testemunhas de Jeová, os sabatistas e demais seitas; as novidades pentecostais; e o mercantilismo neo-pentecostal. Não ousávamos a comunhão por meio de truques litúrgicos, assim, marchávamos sendo Jesus o Senhor, para Sua honra e glória.
“Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”; (Cl 2:8)
Havia discernimento e sensatez, e mais, entendíamos o Separatismo, e mais entediamos o Fundamentalismo. As Escrituras formavam um guia sensato para condução da vida pessoal e local (1 Co 15.11-13).

Não havia sujeição às misturas entre o profano e o sagrado; rejeitávamos o envolvimento de organizações cristãs à política partidária, temíamos dar qualquer vantagem a satanás, pois sabíamos de seu propósito. Havia convicção que a institucionalização das questões políticas, esportivas e de lazer ficara fora dos propósitos deixados por Cristo para sua Igreja. (Rm 12.2).

Fundamentalmente a Unidade tinha face, tinha identidade, ouvíamos: “e tinham conhecimento de que eles haviam estado com Jesus”. (At 4.13). Podíamos levantar os estandartes e com gritos de vitória, pela terra proclamar o Evangelho da Graça de Nosso Senhor, apenas pela graça.


Não encontramos a face desse cristianismo, os valores, a unidade é apenas uma retórica. O que formamos realmente?

Assim, podemos tomar, por contraste, o que hoje temos por cristianismo, o virtual:

• Leiamos os perfis dos autores, quantos adjetivos pessoais, mesmo a gratidão sugere exaltação pessoal; “esquecemos que somos apenas pecadores remidos”.

• NÃO há acentuada tentativa de projeção pessoal? – condenamo-nos naquilo que acusamos os tele-pastores.

• A busca por seguidores NÃO é maior que o esmero com a palavra, com a exultação do Senhor?

• Confessamos ser contrária às Escrituras a existência de pastoras e, ao mesmo tempo, nos associamos e compartilhamos do mesmo ambiente virtual com elas. NÃO seria hipocrisia?

• A linguagem adotada por muitos em NADA se diferencia do linguajar mundano. Que honra há nisso?

• Fala-se dos políticos sem citar uma só base bíblica. NÃO são os mesmo métodos por eles utilizados? E pior, argumenta-se que a motivação é pela CAUSA. (?)

• Pede-se e apoia-se alguém apenas por ser evangélico? E sua vida?

• O amor virtual não permite refutar as heresias. Em nome do amor é vilipendiado  o sangue de Cristo. Ainda chamamos a isso de amor?

O que vemos – e compartilhamos – são apenas amostras daquilo que povoa a mente e os ideais do povo que se diz cristão, que a palavra chama de apostasia.

Temo que, enredados pelos nossos próprios ventres, estejamos perdendo os verdadeiros ideais cristãos e pasteurizando as doutrinas do Senhor. Estamos subindo a Canaã com um misto de gente em nosso derredor, e esquecemos:
“Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória.” (1 Co 2.6-8)
Este é o texto para minha meditação pessoal – permitam-me aplicá-lo no singular:
“Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?” (Lc 12:56)
Ao Senhor toda honra, louvor e glória

Eis aqui tens o que é teu.

Chegando por fim o que recebera um talento, disse: Senhor, eu te conhecia, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste, e recolhes onde não joeiraste; e, atemorizado, fui esconder na terra o teu talento; eis aqui tens o que é teu. (Mt 25.24:25)

O título deste post foi extraído da resposta dada por um despenseiro do Senhor. Que avaliou sua missão sob uma ótica restrita, sem perceber outras possibilidades reais. É o que acomete a todos.

Cada cosmovisão, e aí incluo a perspectiva escatológica, adotada produz uma disposição mental que leva a desdobramentos, e estes por sua vez, sustentam valores cotidianos da vida cristã. É comum, sem nos apercebermos, formularmos cenários que rejeitam ou alteram conceitos básicos das Escrituras. Ou seja, a visão de futuro exerce um poder sobremodo forte sobre conceitos, preceitos e princípios da fé. Logo, esta expectativa nos aproxima mais ou menos da secularização. A despeito disto, a fidelidade do Senhor tem sido evidenciada pelo cuidado, bondade e longanimidade para com o seu povo. Nisto devemos dar glórias ao Altíssimo. Pois somos o que somos, e mesmo assim, Ele nos tem fortalecido.


Isto posto, podemos avaliar uma posição sob duas perspectivas de futuro com seus valores e conceitos.

A idéia de um reino terreal construído pela Igreja para Cristo.  Implica obrigatoriamente no envolvimento das mentes salvas nos movimentos complexos e sempre pecaminosos da política partidária.

Perspectiva 1. Tal intromissão na vida secular representa mundanismo para os que entendem que o mundo vai de mal a pior, e que Cristo não necessitará de ajuda da Sua Igreja para construir Seu reino. Assim, seria mundanismo e não contribui para o Reino.

Perspectiva 2. Já para os construtores do reino, a conduta apolítica representa apatia e perda de ideais legítimos a serem alcançados pela Igreja do Senhor. Assim seria desleixo com a obra do Senhor e não contribui para o Reino.

São padrões de conduta inconciliáveis, tomando-se por base cosmovisões distintas. É sensato avaliarmos nossa conduta pessoal e, posteriormente a análise do outro, e isto sob a luz das sagradas letras.

Quando passamos a avaliar a “outra” doutrina estamos alicerçados em “nossos” fundamentos, o que nos impede realizar tal análise despidos de tendências. Já li uma avaliação de todas as perspectivas escatológicas em apenas cinco linhas, cujo autor estabeleceu um índice de coerência a cada uma delas: “ruim”; “fraca”; “muito boa”; “possível”. Era perceptível, sua cosmovisão era a única verdadeira.


Esquecemos que abraçamos um sistema de credo cristão por motivos meramente circunstanciais, ou seja, fomos a aquela igreja por convite, iniciamos com um amigo de trabalho, ou na rua de casa, ou pelos nossos pais etc. Poucos, pouquíssimos, fizeram sua opção doutrinária debruçando-se sobre os textos com a hermenêutica adequada, permitindo que o Espírito o conduzisse a toda verdade. Falo do bojo doutrinário, e não do refinamento interminável feito ao longo dos anos em que desfrutamos da companhia e da intimidade do Santo. Dificilmente, alguém passou a ser batista vindo de solidez presbiteriana, tampouco a via contrária foi percorrida. Mas, em maioria, somos batistas ou presbiterianos por um evento inicial totalmente fora do rigor acadêmico. Consubstanciamos os valores de nossos pares.

O desdobramento da história lançará luz sobre aquilo que ainda é profético. Esperar em Deus é uma atitude humilde. É possível que ao assumirmos possibilidades e negarmos outras estejamos expondo nossos corações acima da vontade santa do Senhor. Enterrando talento.


A sistematização das doutrinas, que é bem necessário, nas denominações tradicionais do cristianismo implica na consolidação de valores históricos. A atitude contrária, de derribar os marcos outrora fincados, é uma característica com viés pentecostal, a qual devemos ser prudentes. Entretanto, quando opinamos a respeito das doutrinas tradicionais, as quais não abraçamos, não hesitamos em  em lançá-la por terra. Não permitimos outras possibilidades.  

Santos têm asseverado pontos doutrinários além da revelação, estendendo ou engessando os atributos de Deus tentam conferir-Lhe maior glória ou poder, como se fosse possível ou mesmo necessário. Sabemos, ou imaginamos, que Deus é muito mais que o revelado. Mas nossa crença não pode, para qualquer propósito, ir além da revelação. Ou seja, o Deus Ontológico é o Deus da Revelação.

Esse cenário me remete ao texto de 2 Tm 3:2 por duas questões, isto é, sob minha perspectiva escatológica.
(1) Há no texto, dentre outras, duas características comuns do homem dos últimos tempos: amantes de si mesmos e soberbos. O ensino alerta sobre o equívoco quanto à avaliação pessoal (Rm 12.3) e seu desdobramento natural, que é superestimar seu valor coletivo (Fp 2.3).
(2) Comumente este tem sido aplicado para avaliar o mundo em nosso derredor e excluindo aos santos. É ingênuo pensar que tais características não estão presentes entre o povo de Deus, contaminando corações e levedando nosso meio.

O ardor de nossos corações está sendo moldado pelas “virtudes” destes últimos tempos, fazendo-nos supor sermos servos fiéis além dos “outros”.
A aparência demonstrada leva a conclusão que estamos fartos, sem necessidade de talentos; suficientes para tão pequena obra. Portanto, devemos orar para que o Senhor nos conforme a um caráter mais humilde. 

O desfecho final da parábola certamente não se aplica aos santos.



Ao Deus eterno imortal, honra louvor e glória por toda eternidade.

Fogo estranho

E OS filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o SENHOR, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se. (Lv 10.1-3)

Não é sem perplexidade que observo servos do Senhor em seus posts não fazerem distinção entre o santo e o profano. Pressupondo-se livres, oferecem fogo estranho ao Senhor.

Esta liberdade provém do intelectualismo secular que tem forjado um novo padrão de santidade – ou permissividade – cristão neste final de século. Trazem para os pastos verdejantes poesias mundanas, escudos de times de futebol, signos zodiacais, palavras torpes, agressão pessoal e a execrável soberba.

Alegam, quando confrontados, que o problema está na imaturidade do leitor – este argumento é da apostasia. E mais, deslindam um ar de sabedoria, até de superioridade, recurso apóstata, fazendo-se sábios em si mesmos. Convivem perigosamente com o gosto secular, uma liberdade com qualificado humanismo. Acostumam-se com ofertas de fogo estranho ao Senhor, fogo este não autorizado.


É bom lembrarmos que os Srs. da apostasia – Malafaia, Terranova, Valadão, Santiago, Soares, Edir, Jabes, Hernandes, Rodovalho e faltam nomes – não se transformaram no mal que são atualmente com um único deslize de conduta ou doutrinário.

A soberba que hoje os caracteriza não foi construída em desvarios pentecostais, como num piscar de olhos. A tragédia que hoje estão envolvidos foi sendo formada lentamente, permitiram-se à liberdade não autorizada pelo Senhor.

Hoje já não lhes interessa a “medíocre vida de santidade” apresentada pelas Santas Letras. Provaram e deleitam-se na sabedoria secular.

Arão ficou calado, é melhor que falemos antes que venha o juízo do Senhor.

“E para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo,” (Levítico 10 : 10)


Neste episódio o Senhor condenou a metade dos seus sacerdotes. Eles definiram seu próprio padrão de adoração, ousaram da liberdade que o Senhor não lhes havia permitido.

Ao Santo glória, honra e louvor de eternidade a eternidade.

Olhando para os negócios dessa vida

Como leitor costumo obedecer o que determina o autor do texto.
Fazia uma leitura, quando foi sugerido assistir a um vídeo, logo, cliquei nele. Era abordada determinada Lei que criminaliza a homofobia.
Trazia dois representantes, de um lado o Sr. Malafaia, de outro um representante dos homossexuais, trazendo  seus pontos de vista e argumentos. Após a apresentação das credenciais de ambos, eu perguntei a mim mesmo: se não estaria eu perdendo meu tempo, ou mesmo pecando?
Que edificação traria um debate sobre uma lei contrária aos valores morais do cristianismo bíblico, e mais ainda, contando com as opiniões de um apóstata e um homossexual? Nenhuma. Apenas perda de energia em envolver-me em questões tão alheias a minha fé – os negócios desta vida. Alimentando minha carne.
O cenário era deplorável, pois para a grande massa de evangélicos, ali estava o portador da palavra. Que, em indisfarsável regozijo e autopromoção, e segundo o apresentador, desafiaria até o diabo. E do outro lado, o representante da modernidade, dos valores morais contrários ao Senhor.  Nenhum deles representavam a verdade de Cristo. Imediatamente abandonei a leitura e o vídeo.
A rigor, para o povo de  Deus, não há qualquer importância se tal lei for aprovada ou não. Caso seja, cumpre-se a palavra profética que os enganadores irão de mal a pior. Caso contrário, será pela manifestação da força da bancada evangélica. Da mesma forma cumpre-se a palavra profética da apostasia de muitos: a política partidária como expressão mais poderosa dessa turba de mercadores.

“Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.” (II Timóteo 2 : 4)
A Ele honra, glória e louvor de eternidade a eternidade.

Senhor olha pelos teus servos e nos livra da soberba e da secularidade.