O “deus” das redes

tecnologia.jpg

Tornou-se um padrão em nossos dias todos se sentirem à vontade para opinar. Opina-se sobre qualquer assunto com a mesma intensidade e frequência como se a realidade se submetesse à vontade do observador. De diagnóstico médico, aos furacões do outro lado do mundo, em tudo se opina.

Opinar passou assim, a ser uma forma de conquista, de inclusivismo, sem qualquer preocupação com conteúdo, é o meio de participar, ser parte de grupos e afirmar a própria identidade.

Historicamente a opinião foi conduzida a partir de uma verdade conhecida, mas devemos reconhecer que nessa geração a opinião ganhou liberdade.

Essa “liberdade” foi a confluência de dois eventos: (1) a liberdade em opinar que promovem as redes sociais e a (2) cultura do privilégio, esta concedeu a todos creditarem a si mesmos pessoas especiais. Isso, está posto como regra natural, em que essa geração se concedeu a sabedoria inata… e o conhecimento perdeu sua importância na vida.

É óbvio que a obviedade e a futilidade fizeram com que a vida rastejasse em busca de sentido. Os conteúdos foram substituídos pelas preferências pessoais, ou seja, a sabedoria inata passou a determinar o que é a verdade.

Aportou aqui, impondo-se ao cristianismo. Da mesma forma, a opinião pessoal tomou o lugar da verdade de Deus, acomodando a si mesma, fez uma cristianismo próprio das redes e para ela.

Livraram-se as Escrituras, da verdade, da cruz e do sangue do Senhor, por fim ungiu-se um “deus da rede” submisso à opinião de seus senhores. Este é cristianismo das redes que tem feito suas vítimas, e mais ainda fará.

No livro do Apocalipse (capítulo 6 verso 10), encontramos aqueles que clamam por justiça: até quando ó soberano, Santo e verdadeiro não julgas e vingas o sangue dos que habitam sobre a terra?

Devemos perguntar: Até quando Senhor? …E por duas vezes o Senhor diz: cedo venho!

O "cristianismo" das redes

Tornou-se um padrão em nossos dias todos se sentirem à vontade para opinar.

Opina-se sobre qualquer assunto com a mesma intensidade e frequência como se a realidade se submetesse à vontade do observador.

De diagnóstico médico, até sobre furacões do outro lado do mundo, a tudo se opina.

Opinar passou assim, a ser uma forma de vida inclusivista, sem qualquer preocupação com conteúdo, passa-se a fazer parte de grupos, e afirmar a identidade.

Historicamente a opinião foi conduzida a partir de uma verdade conhecida, mas devemos reconhecer que essa geração reverteu tal realidade.

Vários são os fatores formadores desse “hábito”, dois, porém, se destacam: a liberdade em opinar que promovem as redes sociais, e a cultura do privilégio, que concedeu a todos creditarem a si mesmos pessoas especiais. Isso, funciona como regra natural, e a essa geração foi outorgada a sabedoria inata… como consequência, o conhecimento perdeu sua importância na vida.

Como resultado, a obviedade e a futilidade fizeram com que a vida rasteje em busca de sentido. Sem os conteúdos, as preferências pessoais, ou seja, a sabedoria inata, passaram a determinar o que é a verdade.

… e chegou, impondo-se ao cristianismo, e a opinião pessoal tomou o lugar da verdade de Deus, e com avidez acomodou a si mesma. É o cristianismo dos nossos dias, próprio das redes e para ela.

Rejeitando as Escrituras, livraram-se da verdade, da Cruz e do sangue do Senhor, agora abolido o pecado, ungiu-se um “deus da rede” para servir aos seus senhores.

Este cristianismo tem feito suas vítimas, e mais ainda fará. No livro do Apocalipse (capítulo 6 verso 10), encontramos as vítimas desse cristianismo, clamam por justiça contra esses: até quando ó soberano e Santo verdadeiro não julgas e vingas o nosso Santo, dos que habitam sobre a terra?

Devemos perguntara também: Até quando Senhor…E por duas vezes o Senhor diz cedo venho!